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5 pessoas ”loucas” que estavam certas o tempo todo

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Você já foi considerado louco(a) porque acreditava que algo, em específico, poderia acontecer? Pois é, você não é a única pessoa no mundo. Existem, e existiram, milhares de pessoas que foram consideradas loucas, porque estavam cientes que um determinado pensamento poderia se tornar realidade.

Levando em consideração o poder do sexto sentido, da intuição ou do bom senso, resolvemos fazer uma lista. Aqui, você conhecerá a história de cinco pessoas que previram um determinado acontecimento, mas que foram consideradas louquinhas de pedra, porque resolveram revelar o que estava por vir.

1 – Billy Mitchell

Billy Mitchell, certa vez, disse que “as guerras seriam travadas entre o mar e céu”. Obviamente, sua previsão foi alarmante devido ao ano em que Mitchell a expôs, que foi em 1906. Quando a Primeira Guerra Mundial começou, Mitchell mostrou ao mundo que ele não estava errado.

Além de prever como as guerras seriam travadas, Mitchell também previu outro acontecimento: o Pearl Harbor. Em contrapartida, por alegar constante que os Japoneses poderiam atacar os Estados Unidos, Mitchell perdeu seu cargo no exército americano. Como havia sido considerado louco, foi demitido sem receber nenhum benefício salarial.

2 – Russ Tice

Tice era analista de inteligência da Agência de Segurança Nacional americana. Ali, atuou por décadas. Perdeu o emprego, em 2005, porque decidiu denunciar um estranho comportamento do governo estadunidense. Em uma entrevista ao New York Times, Tice revelou como o governo americano estava invadindo a privacidade de seus cidadãos. “Eles estão lendo seus e-mails! Eles estão ouvindo suas conversas telefônicas!”, informou ao meio de comunicação.

Além de colocar a mesa tal informação, Tice disse também que alguns de seus colegas eram agentes secretos, que atuavam para outras nações. Muitas pessoas pensaram que Tice era um louco varrido até 2003, quando Edward Snowden, ex-técnico da CIA, revelou em detalhes alguns dos programas de vigilância, que o país usa para espionar a população americana.

3 – Adrian Schoolcraft

O policial Adrian Schoolcraft estava divulgando informações sobre atividades nefastas que eram promovidas por uma das delegacia de Nova Iorque. Por expor tais acontecimentos, foi declarado “emocionalmente instável” por um psiquiatra do departamento de polícia o qual trabalhava. Schoolcraft chegou a ser internado à força em um hospital psiquiátrico.

O que as pessoas não sabiam era que o policial estava reunindo pistas, para provar que estava certo. Por um determinado tempo, o policial gravou inúmeras conversas de telefone. As conversar, basicamente, mostravam como os policiais estavam atuando fora da lei, para superar metas que o departamento de polícia havia imposto.

4 – Gary Webb

Gary Webb ganhou o Prêmio Pulitzer, ao investigar atos de corrupção no governo americano. Seu trabalho mais famoso foi uma série de artigos, publicados em 1996. Intitulada “Aliança das Trevas”, a série, produzida por Webb, apresentava evidências de que a CIA estava envolvida no contrabando de cocaína.

A CIA, obviamente, emitiu um comunicado, desmentindo o jornalista. O profissional, nesse ínterim, foi tido como louco e perdeu, diante da comunidade jornalística, toda a credibilidade. Após todo o acontecimento, a CIA conduziu uma própria investigação interna. Dois anos após a publicação da série de Webb, o órgão reconheceu, publicamente, que, de fato, estava encobrindo o tráfico de drogas.

5 – Ernest Hemingway

Ao longo de sua vida, Hemingway foi um grande fã de Cuba. Tanto que nas décadas de 1940 e 1950, Hemingway visitava regularmente o país. Tal comportamento, em um determinado momento, não foi aceito pelo governo dos EUA. Assim, nos últimos anos de sua vida, Hemingway tornou-se, cada vez mais convencido de que estava sendo vigiado pelo FBI.

Seus amigos e familiares acharam que sua extrema paranoia era um subproduto, ocasionado pelos seu vício, a bebida, e por sua doença, a depressão. Por isso, Hemingway foi encorajado a se internar em um hospital psiquiátrico, onde recebeu uma série de tratamentos de choque.

Após sua morte, pediram que o FBI disponibilizasse, caso houve, algum arquivo que mostrasse que o escritor realmente estava sendo vigiado. E adivinhe? Sim, existia um arquivo. O FBI o seguia desde os anos 1940.

Viu só pessoas? Confie no seu sexto sentido. Meta para 2020, ok?

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