
Muito veem os experimentos psicológicos como coisas ruins, mas eles na verdade não são. O grande problema está nas pessoas que os aplicam. Alguns cientistas acabam perdendo totalmente a cabeça em busca de uma resposta para alguma determina questão, fazendo com que cometam atrocidade terríveis.
A matéria de hoje separou alguns dos experimentos mais tenebrosos da história. Animais e seres humanos submetidos a situações que ninguém desejaria para seu maior inimigo. Muitos deles tiveram suas vidas destruídas por conta dessas determinadas experiências.
A Fatos Desconhecidos separou 7 experimentos psicológicos antiéticos que são de arrepiar:

Esse estudo aconteceu em 1939 com 22 órfãos gagos e foi conduzido por Wendell Johnson na Universidade de Iowa. Ele, com ajuda de uma aluna da pós-graduação, Mary Tudor, deu tratamentos diferentes para essas crianças. Enquanto a primeira metade era tratada com um método positivo, a outra metade era tratada com um método negativo.
As crianças tratadas com métodos negativos desenvolveram diversos problemas psicológicos durante a vida. A Universidade pediu desculpas publicamente pelo estudo em 2001.
O psicólogo Philip Zimbardo liderou um experimento que tinha como objetivo estudar a reação dos indivíduos quando colocados em diferentes papéis de uma prisão. Alguns foram colocados como prisioneiros e outros como guardas.
Em menos de um dia, uma rebelião já estava sendo planejada e os guardas já estavam abusando de seu poder criando diversas regras. Alguns prisioneiros desenvolveram sintomas de depressão e paranoia. Em menos de cinco dias, praticamente todos já estavam tão imersos em seus papéis que as coisas estavam ficando cada vez mais perigosas.
Zimbardo resolveu parar o experimento com cinco dias e ficou assustado com o resultado do mesmo em um curto período de tempo.
Em 1969, um grupo de cientistas resolveu utilizar macacos a fim de descobrir os efeitos das drogas em seres humanos. Primeiramente os macacos iam ser ensinados a injetar por conta própria diversos tipos de drogas e depois eles foram colocados separados em salas com um grande acesso a entorpecentes.
Com o passar do tempo, os animais começaram a ficar perturbados com a utilização das drogas. Alguns sofriam convulsões, outros quebravam seu próprio braços e dedos devido a alucinações. Também existiu um macaco que rasgou toda pele do seu braço e do abdômen com o uso de morfina e cocaína depois de duas semanas.
Carney Landis era graduado em psicologia pela Universidade de Minnesota. Em 1924 resolveu desenvolver um estudo com um grupo de pessoas sobre expressões faciais. O objetivo deste estudo era ver se as pessoas tinham expressões comuns quando sentem medo, felicidade, etc.
Para que o estudo acontecesse, esse grupo de pessoas era colocado em diversas situações como pornografia, cheiro de amônia e o contato com sapos. Quando a pessoa emitia uma expressão, ela era fotografada. O grande problema desse estudo estava na sua última parte.
No fim elas foram colocadas em frente à um rato e uma faca, onde seria ordenado que elas decapitassem o rato. Uma parte das pessoas acabou ficando totalmente enojada com a ideia, mas alguns aceitaram a ordem e a executaram. Para aqueles que recusaram, Landis pegava a faca e decapitava o rato.
O estudo não demonstrou que os seres humanos têm expressões faciais únicas. Em contrapartida, Landis descobriu que pessoas podem fazer coisas absurdas quando solicitadas em uma situação não tão absurda.
O psicólogo John Watson não tinha escrúpulos na hora dos seus experimentos. Ele utilizou garotos órfãos em suas experiências. Ele queria testar a ideia de que o medo era inato ou se era condicionado.
Para isso foi utilizado um órfão chamado Albert, que ficou conhecido como Little Albert. O garoto era colocado em um colchão sozinho e depois foi colocado um rato branco próximo a ele. Primeiramente ele brincava com o rato sem o menor medo, mas as coisas mudaram quando John entrou em ação.
Depois de um tempo, John fazia um grande barulho sempre que Albert chegava perto do rato. A criança chorava sempre que acontecia e passou a evitar o rato. O garoto então começou a ficar com medo de qualquer coisa branca ou fofa que estivesse perto dele. Por fim ele foi embora do lugar do experimento sem que o medo fosse desassociado de sua mente.
Em 1965 os psicólogos Mark Seligman e Steve Maier realizaram um experimento com cachorros. Ao todo foram três grupos de animais. O primeiro grupo foi colocado junto e soltados logo depois sem dano algum. O segundo grupo recebia choques e esses choques paravam quando acionavam uma alavanca. O terceiro grupo também recebia choques, mas esses estímulos viam de forma aleatória e mesmo que a alavanca fosse acionada, eles não paravam. Mais tarde os animais do grupo três apresentaram depressão.
Por fim os animais foram separados um do outro e colocados em caixas separadas. Eles recebiam choques e isso parava quando eles saiam da caixa. Apesar disso, eles simplesmente aceitavam as dores, apresentando desamparo aprendido.
O desamparo aprendido é a capacidade de um organismo ser forçado a suportar estímulos dolorosos e desagradáveis sem fazer nada a respeito.
Em 1965 David Reimer nasceu no Canadá e com oito meses foi levado a um procedimento padrão de circuncisão. Por algum motivo seu órgão sexual acabou sendo queimado por uma agulha elétrica, o que deixou os pais sem saber o que fazer. Eles então procuraram o psicólogo John Money, que sugeriu uma mudança de sexo para o garoto.
O grande problema disso é que John estava querendo provar através desse experimento que não é a natureza do indivíduo que determina a identidade de gênero e sim o meio em que ele vive. Os pais aprovaram, acreditando que seria a melhor opção, mas na verdade aquilo ia gerar um grande problema para vida de David, que agora se chamava Brenda.
Brenda cresceu com diversos problemas e acabou, mesmo tendo órgãos sexuais femininos, agindo e se sentindo como um homem. Depois de muitos problemas familiares, os pais resolveram contar para Brenda o que tinha acontecido e a garota reconstruiu seu pênis e voltou a ser homem.
Com 38 anos, David cometeu o suicídio e Dr. Money insistia que seu experimento tinha sido um sucesso, mesmo escondendo diversas informações sobre o mesmo.
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