7 fatos aterrorizantes sobre Ripper Crew, o culto canibal americano

POR Isabela Ferreira    EM Mistérios & Horror      21/05/18 às 14h55

Já escutou falar sobre a Ripper Crew? Este foi um culto satânico e canibal, que atormentou a cidade de Chicago e locais vizinhos, durante os anos de 1981 e 1982. Liderado por Robin Gecht, seus membros caçavam mulheres para cometerem as mais terríveis atrocidades, desde o estupro até o canibalismo. A cidade viveu dois anos de completo pânico e a polícia sequer tinha pistas relevantes para chegar até o responsável pelos crimes cruéis.

Infelizmente, há centenas de fatos perturbadores sobre o culto e que nem sempre as pessoas tem conhecimento. Por exemplo, acreditava-se que suas vítimas eram apenas prostitutas, mas tudo indica que eles escolhiam suas vítimas de forma aleatória. Dentre tantos relatos e acontecimentos chocantes e absurdos, nós aqui da Fatos Desconhecidos separamo abaixo 7 fatos aterrorizantes sobre Ripper Crew, o culto canibal americano. Confere aí!

1 - Sequestros aconteciam de forma aleatória

Ao contrário do que se acredita, eles não visavam apenas prostitutas. Entre os anos de 1981 e 1982, qualquer mulher que circulasse pelas ruas de Chicago era considerada vulnerável. Apenas para que você tenha noção, muitas acabaram sendo sequestradas e plena luz do dia, em locais públicos e conhecidos.

Lorraine Borowski foi sequestrada logo após deixar o local em que trabalhava, em uma manhã do dia 15 de maio de 1982. Já no caso de Linda Sutton, o sequestro ocorreu enquanto ela caminhava pelas ruas de um dos pontos turísticos mais conhecidos de Chicago.

2 - Rituais satânicos

Gecht era casado e ainda tinha três filhos, por incrível que pareça. Todas as noites, quando sua esposa ia para o trabalho, ele se reunia com os irmãos Kokoraleis no sótão de casa, local que era chamado por eles de "A capela satânica". Lá, eles tinham um altar coberto por panos vermelhos e cruzes em vermelho e preto pintadas pelas paredes, sem contar que a única iluminação que eles tinham era proveniente de velas. Foi exatamente neste recinto que a maioria das vítimas foram assassinadas, em um brutal ritual satânico onde eram permitidas as mais cruéis torturas.

3 - Mania doentia

Os corpos já haviam se tornado muitos e começaram a ser acumulados por diversos pontos da cidade. A situação fez com que a polícia acreditasse que estavam de fato, lidando com um serial killer. O mais bizarro de toda essa história é que as mulheres encontradas tinham os seios ou com os mamilos mordidos, ou completamente removidos. As autoridades decidiram não tornar essa informação pública, pois poderia ser um diferencial para interrogatórios futuros.

E foi exatamente o que aconteceu. Mais tarde, Kokoraleis disse à polícia que os membros do culto Ripper Crew usavam fio de piano para arrancar os seios. Em seguida, Gecht guardava a carne em uma caixa que para ele era tida como troféu, onde ele colecionou cerca de 15 peças de seios.

4 - Poderes Sobrenaturais

De forma geral, muitos que participam de rituais satânicos acreditam que em troca, ganharão algum tipo de poder sobrenatural. Não se sabe ao certo se Gecht acreditava nisso, mas o restante dos membros do culto Ripper Crew certamente pensavam dessa forma. Spreitzer e os irmãos Kokoraleis acreditavam cegamente que seu líder possuía poderes e que os usava para controlá-los fisicamente e mentalmente.

Acreditavam que Gecht tinha o poder de atrair pessoas para si. E que em seguida, os fazia entrar em transe e não teriam mais a opção de abandonar o culto. Uma vez "enfeitiçados", supostamente estariam "condenados" a fazer tudo que o homem queria, sem ter poder de escolha. Alegaram às autoridades que precisavam fazer tudo que ele mandava, caso contrário, usaria seus poderes para dar fim à eles de forma tão cruel quanto fazia com suas vítimas.

5 - Aquela que conseguiu sobreviver

O destino da Ripper Crew foi selado a partir da única mulher que conseguiu sair viva: Beverly Washington. Assim como todas as outras, ela foi sequestrada, estuprada e sofreu torturas. Foi diversas vezes esfaqueada, sofrendo graves cortes e chegou a ter o seio direito completamente removido.

Acreditando que ela estava morta, acabaram jogando o corpo nu e machucado de Beverly sobre os trilhos da ferrovia. Apesar de toda ensanguentada e com graves feridas, ela misteriosamente conseguiu sobreviver. Encontrou ajuda, foi tratada a tempo e ainda conseguiu ajudar os detetives a chegarem até os membros do culto. Ela chegou a dar uma descrição detalhada de como era Gecht. Detalhes estes, que permitiram a prisão do homem e de todos os seus cúmplices. Foi neste momento que as autoridades tiveram a mínima noção do quão  grave era o caso.

6 - Tal pai, tal filho

No ano de 1999, o filho de Gecht, chamado David foi acusado junto a outros dois comparsas, pela morte de um homem em Chicago. O nome da vítima era Roberto Cruz e apesar de tudo parecer ter sido um "acidente", já que ele foi atingido pelas costas, enquanto caminhava através de um tiroteio, não se pode ignorar os antecedentes da família.

De qualquer forma as características do crime se pareciam muito com aquilo que o pai fazia... Já que Cruz foi atingido covardemente pelas costas, sem imaginar o que estaria por vir. Felizmente David já tinha 18 anos na época e pôde ser condenado por seu crime. Pesou 45 anos de prisão e continua encarcerado na Pontiac Correctional Center em Pontiac, em Illinois.

7 - Canibalismo

Após sequestrar, estuprar, mutilar e matar, ainda aconteciam mais coisas horríveis, embora pareça impossível. Spreitzer e os irmãos Kokoraleis testemunharam e participaram várias vezes de cenas de canibalismo. Assim que as vítimas tinham seus seios retirados, Gecht os levava para sua casa. Dessa forma, quando os membros do culto chegavam em sua casa para participarem dos rituais satânicos, eram expostos às peças mutiladas.

Enquanto Gecht lia trechos da bíblia satânica, os demais se masturbavam sobre os seios. Em seguida, o líder maníaco os cortava em pedacinhos e dava para cada um ali comer, como se fosse algo sagrado para o momento. Um verdadeiro cenário de horror.

Apesar de todas as testemunhas oculares e do depoimento de BeverlyGecht nunca foi condenado por assassinato ou canibalismo. Embora tenham revelado detalhes, os cúmplices do homem nunca quiseram testemunhar contra ele. No entanto, foi condenado a 120 anos de prisão, apenas por ter assumido a ataque à Beverly. Dessa forma, foi acusado por estupro, agressão e apenas tentativa de assassinato.

E então pessoal, o que acharam? Já ouviram falar sobre o culto Ripper Crew? A crueldade humana realmente passa dos limites, em níveis assustadores. Compartilhem suas ideias com a gente aí pelos comentários!

Isabela Ferreira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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