7 jeitos insanos de ser "enterrado" ao redor do mundo

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      22/05/18 às 15h53

A morte para a grande maioria das pessoas é um assunto doloroso e muitas vezes até mesmo temido. As vezes é muito difícil aceitá-la, e a grande verdade é que ela ainda é um grande mistério para a humanidade. Falando nisso, aqui na Fatos Desconhecidos já escrevemos para vocês sobre as 7 histórias intrigantes envolvendo cemitérios.

De todas as formas possíveis os seres humanos tentam evitá-la e quando não há mais o que fazer, buscam a forma menos dolorosa para aceitar a passagem. Hoje, listamos para vocês alguns dos jeitos mais insanos que o homem já desenvolveu para 'enterrar' seus entes queridos pelo mundo. Confira!

1 - Resomação

A resomação ou "biocremação", é um processo onde o nosso corpo é quimicamente reduzido a cinzas e água residual não tóxica. Utilizando água aquecida e hidróxido de potássio para liquefazer o corpo e nossos tecidos, sobrando apenas os ossos. Os ossos são cremados e então devolvidos aos familiares em uma urna.

Nos EUA, mais precisamente em St. Petersburg, Flórida, uma funerária chamada Anderson-McQueen é o único lugar onde os clientes podem optar por essa alternativa a cremação. Os custos podem variar de 1 mil a 5 mil reais.

2 - Enterros Naturais

Não que seja uma novidade, porém, um movimento que teve início nos EUA em 1998, trouxe para a modernidade às velhas formas de enterrar nossos entes queridos. O enterro natural acontece pelo não embalsamento do corpo e sem o revestimento de concreto nas sepulturas como na maioria dos cemitérios.

Os corpos são envolvidos em mortalhas ou colocados em caixões biodegradáveis, dessa forma eles poderão se decompor de forma natural. O simbolismo por trás do enterro natural ainda contempla o retorno do corpo ao ciclos da vida. Sem mencionar os benefícios ao meio ambiente, que é poupado

3 - Recifes

Após os ossos serem cremados e utilizando um pouco de concreto, cria-se um recife artificial. A armação pode ser inserida em áreas onde os recifes precisam de serem restaurados. Dessa forma, atraindo peixes e demais organismos, dando vida a um novo habitat subaquático. Mesmo não sendo tão ecológicos quanto os enterros naturais, devido o processo de combustão pela cremação, a vida renovada nos recifes podem ser um acalento perante a morte.

4 - Criogenia

A criogenia é o processo pelo qual o corpo da pessoa falecida é congelado. Muitos acreditam em um tempo onde a ciência será tão avançada que poderemos trazer os mortos a vida, com suas personalidades e memórias intactas. Defensores da criogenia, vem tentando promover a técnica desde os anos 60. Atualmente nos EUA, cerca de 200 corpos estão sendo armazenados sob congelantes temperaturas, para sua conservação.

5 - Enterro espacial

Os restos mortais de uma pessoa cremada pode ser enviado para as estrelas por alguns milhares de reais. Devido aos alto custos de um voo espacial, apenas cerca de 7 gramas podem ser enviados. Os preços começam em cerca de 1.700 reais e podem chegar a cerca de 22 mil reais, por um passeio próximo a lua.

6 - Plastinação

A plastinação consiste na preservação do corpo morto de forma que ele ainda fique de forma reconhecível. O anatomista Gunther Von Hagens seria o inventor da técnica. Normalmente, a técnica é usada em universidades e laboratórios de anatomia para a preservação dos órgãos humanos para estudos e pesquisas.

Hagens, é o autor de uma exposição de corpos plastinados, como se estivessem realizando tarefas cotidianas. A exposição fez tanto sucesso que, de acordo com o Instituto de Plastinação, milhares de pessoas teriam manifestado em doar seus corpos para a exposição e também os cedido para estudos.

7 - Promession

A bióloga marinha Susanne Wiigh-Masak inventou uma espécie de enterro ecológico chamado Promession, que permite que os restos humanos sejam eliminados através da liofilização. O processo consiste em imergir o cadáver em nitrogênio líquido, tornando o frágil. Assim, eles serão abalados por fortes vibrações e a água é então evaporada em uma câmara de vácuo especial.

Filtros separam materiais não naturais como obturações, próteses dentárias e demais implantes. O material orgânico nesta etapa se tornou uma espécie de pó que será colocado em um caixão biodegradável e será enterrado. Bactérias aeróbicas irão decompor esses restos em menos de 12 meses.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Deixem nos comentários a sua opinião e não esqueçam de compartilhar com os amigos.

Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.

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