
Podemos imaginar que, antes mesmo da primeira pessoa do mundo pensar em viagem no tempo, alguém viajou para antes disso e pensou nesse cenário. Assim, ao longo dos anos, muitas histórias abordaram a viagem para o passado ou para eras desconhecidas. No entanto, “A Máquina do Tempo”, de 1895, se tornou a primeira história a utilizar um dispositivo que permitia esse tipo de viagem. Mais do que imaginar, estávamos, de fato, mais próximos de viajar no tempo. Com o tempo, essas histórias evoluíram e novos cenários e artifícios foram criados. Pensando nisso, separamos os 7 melhores filmes de viagem no tempo de todas as eras.
Na maioria das vezes, a viagem no tempo aparece associada com universos de ficção científica. No entanto, essa não é uma regra. Em muitos casos, uma viagem no tempo pode revelar um filme de ação ou um romance. De toda forma, o recurso, que é mais comum do que imaginamos, também é um dos mais interessantes já criados. Afinal, quem não gostaria de viajar no tempo?
Se você é do tipo que tem dificuldades para entender paradoxos, se prepare para “Primer”. No filme, Shane Carruth, diretor e roteiro da obra, utiliza de sua formação matemática para entregar um filme nada fácil de se entender em termos científicos. Contudo, mesmo não entendendo muitos dos conceitos, é possível notar a inovação em temas bastante tratados na ficção científica. Também vale lembrar que o filme foi feito com apenas US$ 7 mil, um orçamento minúsculo se comparado a filmes blockbusters. Para se ter uma ideia, “Interestelar”, por exemplo, foi feito com US$ 165 milhões.
Imagine um mundo pós-guerra nuclear, onde quase toda a humanidade foi exterminada. Nesse cenário, o que você faria se pudesse viajar no tempo? Sendo inspiração para o filme “Os 12 Macacos” e a série de mesmo nome, “La Jetée” é um curta-metragem francês que utiliza da ficção científica para refletir sobre o tempo. Assim, o filme utiliza uma série de fotografias colocas em sequência para narrar a trajetória de um viajante que tenta escapar do futuro.
Não há como recomendar apenas um filme da trilogia “De Volta para o Futuro”. Portanto, se você estiver pensando em maratonar os três filmes, saiba que você não irá se arrepender. Sendo filmes que marcaram e ainda marcam uma geração, temos conceitos e paradoxos clássicos. E claro, um jovem que só quer ir “de volta para o futuro”.
Inspirado no livro de mesmo nome, “A Chegada” nos apresenta uma maneira diferente de entender o tempo. Dessa forma, mesmo que não seja a história principal do filme, a riqueza em sua narrativa permite que vários elementos de ficção científica sejam trabalhados de uma única. Com isso, além de lidar uma invasão alienígena, o filme lida com questões temporais e da própria linguagem.
Ainda que “O Exterminador do Futuro 2” seja o favorito de muita gente, devemos dar o mérito para a obra original. Assim, no clássico dos clássicos, temos um exterminador que vem do futuro e alguém que tenta impedi-lo de mudar os eventos da guerra. Para além da ficção científica, o filme consegue acertar em cheio na ação e traz todo o poder de uma máquina imparável.
Em “Interestelar”, acompanhamos um grupo de astronautas que dedicam a vida em uma missão que busca novos planetas para a raça humana. Dessa forma, o filme conta com conceitos científicos reais e até teve ajuda de uma equipe de cientistas para desenvolver a imagem de um buraco negro. Falando assim, o filme até parece uma aula de física, mas ao assistir, você logo percebe que os conceitos são bem fáceis de entender dentro da narrativa.
Nessa comédia romântica brasileira, temos um cenário bastante divertido que brinca com muitos paradoxos que se dão a partir da viagem no tempo. Assim, Zero, interpretado por Wagner Moura, tenta corrigir seu passado enquanto não estraga o futuro. Dito isso, temos um filme bastante cativante e leve de ser assistido.





