
Fundada pela Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, e pela Comunidade Economica Europeia, a União Europeia começou em 1957, com apenas 6 países. Hoje, a União Europeia forma a união econômica e política de 28 estados-membros independentes, situados na Europa. Por quase três décadas, a União Europeia tem sido vista pelos demais aglomerados políticos, como um modelo a ser seguido. Tanto de democracia, quanto de livre comércio e fraternidade entre os países membros. Porém, os anos dourados da UE não parecem durar muito tempo, na verdade, estão com os dias contados.
Embora tenha sido, até aqui, um exemplo, a União Europeia está perto do fim. É uma questão política e econômica bastante controversa e que terá efeito sobre todo o mundo. O fato é que, embora haja coisas boas e ruins sobre a UE, ela já é um pato morto e aqui está o porquê. Confira a seguir, 7 motivos pelos quais a União Europeia está condenada.
Talvez, o principal motivo disso tudo seja o tópico do momento: o Brexit. Sim, a saída do Reino Unido da União Europeia é o ponto de partida para todo o colapso da união. O Brexit não está apenas fragmentando a União Europeia, da qual a maioria dos britânicos não se sentiam parte. Ele também dividiu a própria sociedade britânica. A ideia de alguns é que, se você votou para sair, provavelmente é racista, se votou para ficar, deve ser um subordinado das elites.
Em média, o cidadão europeu viu um declínio de 5% da sua riqueza, na última década. Isso, ao mesmo tempo em que o Canadá e a Austrália cresceram consideravelmente, por meio do teto metafórico. Politicamente falando, os europeus sofreram interferência de vários governos, e à medida que os impostos aumentaram, os serviços públicos declinaram. O fato é que cerca de 30% dos jovens europeus correm risco de pobreza ou exclusão social, sem contar que a taxa de desemprego é muito alta. E quando se tratam das urnas, não parece haver recursos para os jovens.
A imigração é uma pedra no sapato da União Europeia, há muito tempo. Pelo visto, a resposta ao problema de uma sociedade, que já não se reproduz mais como antes, não é importar um grande número de migrantes trabalhadores. Não que isso seja algo ruim, mas pelo visto, para muitos europeus, o impacto do aumento da competição pelo trabalho, salários estagnados artificialmente e a falta de interação, é um grande problema.
Antes do Brexit, a Alemanha e a Grã-Bretanha já estavam brigando, para ver quem poderia ser o melhor amigo dos negócios. E nisso, a Grã-Bretanha está em uma posição bastante favorável para fazer o que quiser, inclusive sair da União Europeia. Mas o fato é que os britânicos podem largar os alemães, com uma grande conta de imposto não paga, e partir. E isso deixaria a classificação de crédito da EU em frangalhos.
Se nos últimos 15 anos, estava difícil para os europeus encontrarem um emprego, daqui para frente, não parece ser diferente. Mesmo com formação acadêmica e preparo, as chances de encontrar um emprego, na Europa, pioraram muito nos últimos anos. O que levou muitos a aprenderem habilidades, que antes não eram necessárias, ou entrar para a lista do número de desempregados.
O verdadeiro objetivo da União Europeia e dos vários acordos comercias que a precederam, foi instaurar a paz entre os franceses e alemães. A missão era que as duas nações parassem de se matar por um tempo. Missão concluída. Hoje em dia, não há um inimigo dos Estados. Sem contar que a falta de concorrência, entre as duas potências, amenizou o conflito. E também, caso ocorra um novo conflito entre os dois países, é bem provável que se possa evitar sem a ajuda da UE.
Muitos países europeus são relativamente novos nessa questão da democracia, e ainda estão engatinhando nesse sentido. E enquanto os impérios da Europa diminuíam e fluíam, pelo século XIX, a Grã-Bretanha fazia um verdadeiro terror na metade do mundo. Só depois da queda do Terceiro Reich, é que o resto da Europa Ocidental aderiu aos sistemas democráticos modernos. E isso resultou em uma UE arqui-conservadora.






