
O Sistema Solar é formado pelo Sol e mais 1.700 corpos celestes menores, entre cometas, asteroides e os planetas com seus satélites. Nosso sistema solar fica em um dos espaços da Via-Láctea, sendo formado pela estrela solar e por tantos outros corpos celestes ao seu redor. Destes, podemos citar a lua, asteroides, planetas e seus satélites, junto de tudo aquilo que estiver presente no espaço sideral.
Muitas são as dúvidas dos cientistas e pesquisadores a respeito do nosso Sistema Solar. Apesar de todas as pesquisas e descobertas, ainda há muito lá fora que permanece desconhecido. Mesmo que nosso planeta seja uma boa casa para nós, não quer dizer que o resto do sistema solar não possa nos prejudicar com pequenas mudanças. Mostramos aqui algumas delas.

Segundo os astrônomos, Júpiter está protegendo nosso planeta de rochas e bolas de gelo que flutuam no espaço. Se ele desaparecesse por algum motivo, isso condenaria a vida na Terra.
Júpiter gera um campo gravitacional que mantém o sistema interno a salvo das rochas espaciais. E sem esse planeta, a Terra seria bombardeada por asteroides e cometas maiores.
Se a lua fosse atingida de alguma forma, os pedaços dela entrariam em órbita e não ficariam em um lugar só criando um anel como o de Saturno. Os escombros dela nos matariam. Segundo o escritor de ficção científica Neal Stephenson, os pedaços da lua começariam a colidir uns com os outros, em pedaços cada vez menores.
Essa reação é chamada de síndrome de Kessler, que é quando pedaços de detritos espaciais se esmagam em uma nuvem de pedaços mortais. E depois, ela vem em direção à Terra. Em pouco tempo, nosso planeta seria cercado pelos pedaços da lua, e em algum momento, a Terra puxaria os escombros para dentro.
Se nosso planeta parasse de girar, uma das primeiras coisas que mudaria seriam os oceanos. Eles estão onde estão por causa da força centrífuga, pelo momento angular e gravidade. E sem isso, eles migrariam para onde a gravidade os puxa, os pólos. Quando eles se movimentassem, eles levariam a Terra junto com eles. A inundação seria real.
Além disso, a atmosfera do planeta continuaria se movendo. Teríamos ventos supersônicos de mil quilômetros por hora e o ar se acomodaria mais nos pólos do que no equador. E em algum momento, a lua colidiria com a Terra.
As tempestades solares são erupções de radiação, plasma e partículas de alta velocidade. E uma dessas, em grande escala, acabaria com a vida na Terra. Se essa tempestade fosse causada por uma ejeção de massa coronal, que é uma parte das camadas de plasma do sol colidindo com a Terra, a nossa rede elétrica sobrecarregaria e falharia.
Em 1859, uma tempestade solar atingiu a Terra e fritou as linhas telegráficas. E como a sociedade não era tão dependente da tecnologia, não demorou muito para ela se recuperar. Mas se acontecesse algo do tipo hoje, seria o fim dos nossos satélites.
A explosão de uma supernova perto de nós causaria várias problemas. E o maior problema não é a explosão em si, mas a radiação da supernova. Na explosão de estrelas, elas emitem raios gamas que são uma forma de radiação altamente forte.
E se uma explosão dessas atingisse nosso planeta, os raios conseguiriam tirar a camada de ozônio. Ela não nos mataria instantaneamente, mas sem a camada, nós seríamos fritos pela radiação.
Se o sol fosse quatro bilhões de anos mais velho, isso acabaria completamente com a vida na Terra. Atualmente, o sol está queimando combustível de hidrogênio e mantendo a vida estável em nosso planeta.
Mas, em quatro bilhões de anos, ele começará a sua espiral de morte. Ele se transformará em uma estrela massiva à medida que ela queima elementos mais pesados para manter um pouco de energia. E quando isso acontecer, o sol se expandirá para um tamanho gigantesco. E Mercúrio e Vênus serão engolidos, como provavelmente a Terra também.
Se nós tivéssemos duas luas, a vida, como conhecemos, ficaria bastante confusa. As marés não seriam as mesmas. Elas se ajustariam e, provavelmente, as cidades costeiras desapareceriam. O céu ficaria mais brilhante e o sistema de calendário teria que ser repensado.
Mas com outra lua, os efeitos gravitacionais acabariam com a maior parte da vida na Terra. Coisas como tsunamis gigantes, convulsões tectônicas e vulcões devastariam a superfície.






