
As redes fast-food conquistaram o mundo. Se você acha que é só nos Estados Unidos que elas são extremamente populares, está redondamente enganado. O maior exemplo que podemos usar é a China. A região com mais de 1 bilhão de pessoas é o maior país socialista contemporâneo. Mesmo com tal característica, ainda assim mantém um socialismo de mercado, permitindo que a sua economia seja a segunda maior do mundo e que ela se encha, indefinidamente, de franquias de fast-foods. No Brasil, em praticamente todas as capitais, é possível encontrar uma variedade grande de redes de lanche.
Com esse alto número de redes, também é alto o número de problemas que podemos encontrar nelas. Existe todo o tipo de confusões em redes de fast-food. Pode variar de brigas até assassinatos e verdadeiros massacres. Listamos os 7 piores crimes que aconteceram em redes fast-food.

Essa briga em uma franquia de fast-food dos Estados Unidos aconteceu quando uma cliente resolveu pegar um copo descartável aleatório e tentar enchê-lo com refil de refrigerante da rede. Porém, uma atendente percebeu e tentou impedir que a cliente continuasse com o plano. A cliente não gostou muito de ser reprimida e partiu para cima da atendente, jogando um copo de milkshake na funcionária e depois batendo nela com o bandeja da própria lanchonete. A briga foi intensa e ganhou as redes sociais e internet nas últimas semanas. Assista ao vídeo:
Em 2017, eclodiu uma briga grande em uma rede de fast-food no Texas. Carla DeLeon era uma cliente grávida, acompanhada de sua filha de 3 anos de idade. Ela começou a gritar com os funcionários da rede, provocando uma funcionária. A funcionária esquentou a cabeça e acabou derramando um copo da água na cabeça da mulher grávida. Isso desencadeou uma briga entre as duas, que só terminou quando um terceiro funcionário interveio e parou o conflito. Apesar do funcionário afirmar que foi a cliente que começou o conflito, a cliente apresentou acusações contra a empregada da rede.
O massacre de San Ysidro é conhecido como um dos maiores que já aconteceram em rede de fast-food. Em 1984, James Oliver Huberty, que na época tinha 41 anos, entrou dentro de uma rede McDonalds e após gritar “congelar”, abriu fogo contra todos os clientes que estavam presentes no local. O rapaz, que estava armado com uma espingarda e um revólver, fez um cerco na lanchonete que durou 1 hora. Além de matar pessoas que estavam na rede, ele também matou duas crianças de 11 anos que andavam de bicicleta em volta. Ao total, foram 21 mortos.
Ali “David” Sonboly, de 18 anos, abriu fogo em uma rede de fast-food da capital da Alemanha. Usando uma pistola Glock 17, o jovem conseguiu matar 9 pessoas antes de tirar a própria vida. Ele era fã de jogos de videogames de tiro em primeira pessoa. Além disso, ele lia amplamente sobre tiroteios em massa. Ela havia comprado a arma um ano antes de realizar o ataque. Sonboly também era conhecido por ter alguns problemas de saúde mental. Muito se teorizou se ele tinha alguma relação com terroristas islâmicos, só que nada foi provado.
Em 2014, em um McDonald’s na cidade chinesa de Zhaoyuan, província de Shandong, os clientes foram interrompidos por seis fanáticos religiosos que entraram na lanchonete pedindo o número de telefone de todos eles. Uma funcionária se recusou a passar a informação para aquelas pessoas. Após a recusa, o líder mandou os outros para matar a mulher de trinta e poucos anos. Muitos vídeos que circularam posteriormente mostravam que os integrantes do grupo bateram na mulher com cabos e cadeiras.
Em 1992, uma franquia de fast-food na Escócia ficou famosa após por causa de um dos casos de homicídio mais bizarros em lanchonetes. Tudo começou quando três funcionários traçaram um plano para roubar o lugar. Apesar de planejarem conseguir mais de 20 mil dólares, conseguiram apenas 2 mil. No dia do assalto, os funcionários entraram pelos fundos carregando uma pistola, várias facas e uma alça de pá. Um deles usava uma máscara de Halloween durante o assalto. Quando eles entraram para cometer o crime ainda havia outros 4 funcionários trabalhando, que acabaram sendo espancados e alvejados por tiros. 3 das vítimas morreram e uma ficou paralítica.
Apesar de Anna Svidersky ser natural da Rússia, ela foi para os Estados Unidos com 13 anos de idade, em 2001. Em 2006, a jovem estudava e trabalhava em uma rede de fast-food. Até que David Barton Sullivan, que tinha crimes de abuso sexual na ficha criminal, além de ser diagnosticado como esquizofrênico, entrou na lanchonete, e sem dizer uma palavra foi para o rumo da jovem e lhe feriu com muitas facadas. Ela morreu na hora. O caso ficou famoso no mundo inteiro.
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