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7 testes bizarros para identificar os praticantes da bruxaria

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Nos séculos 16 e 17, tanto a Europa, quanto a América do Norte foram dominadas por movimentos que visavam eliminar aqueles que eram adeptos da bruxaria. Nesse ínterim, uma miríade de homens, mulheres e até mesmo crianças inocentes foram acusados de serem feiticeiros e bruxas.

Todos e todas que foram acusados de praticar bruxaria eram basicamente pessoas que realizavam rituais de curas, conheciam as propriedades de plantas ou forneciam conselhos sábios para os reis. Intimidadas pela forte presença dessas influências, sociedades patriarcais acusaram inúmeros homens e mulheres de serem servos e servas do demônio.

Em Salem, em 1963, quatro mulheres que foram acusadas de praticar bruxaria morreram na prisão e 19 outras foram enforcadas. No final do século 18, na Europa, cerca de 60.000 pessoas foram executadas por bruxaria.

Muitos e muitas daqueles que eram acusados ​​de bruxaria passavam por testes inacreditavelmente desumanos para provar sua inocência. Confira, agora, quais eram essas absurdas tarefas.

1 – Flutuando no rio

Um dos testes mais bizarros consistia em amarrar as mãos daqueles que eram acusados de bruxaria e, em seguida, jogá-los em meio ao rio. A prática foi muito comum durante os séculos 16 e 17. Quando os acusados flutuavam, certamente eram servos do demônio. De acordo com o pesquisador Russel Zguta, essa abordagem era baseada na premissa de que a água era um elemento sagrado. O problema, aqui, é que muitos dos acusados não sabia nada e, por isso, acabavam morrendo afogados.

2 – O bolo

Antigamente, na Inglaterra, para certificar se alguém havia sido vítima de alguma espécie de bruxaria era comum as pessoas prepararem um bolo com a urina da pessoa em questão. Depois de pronta, a iguaria era servida a um cão. Na época, cachorros e gatos eram animais intimamente ligados a bruxas. Se o animal ficasse doente, a pessoa a qual cedeu a urina para a preparação do bolo havia realmente sido vítima de feitiçaria.

3 – Marcas de nascença

Uma marca de nascença, verruga ou cicatriz era suficiente para provar que o acusado ou a acusada estava intimamente ligada à bruxaria. Muitas vezes, os acusados eram vistoriados em meio ao público. Identificar essas marcas era, sem dúvida alguma, um dos métodos mais bizarros. Em suma, a crença originou-se pelo Malleus Maleficarum, um notório tratado do século 15 sobre como encontrar e capturar bruxas.

4 – O toque do amaldiçoado

O “teste do toque” foi bastante utilizado em 1692. O teste, basicamente, funcionava assim: se alguém adoecesse repentinamente após entrar em contato com outra pessoa e, de repente, fosse curado após ser tocado novamente pela mesma pessoa, o indivíduo, então, estava envolvido fortemente com as práticas da bruxaria. Agora, se a pessoa tocada seguisse enferma, o outro era considerado inocente.

5 – Recitar orações da bíblia

Qualquer um que adorasse as forças das trevas não seria capaz de citar as palavras de Deus. Portanto, aqueles que eram considerados praticantes do mal jamais seriam capazes de recitar as orações do livro sagrado. Apenas os inocentes podiam recitar as palavras de Deus sem erros ou hesitações. Cotton Mather, um ministro inglês do século 17, defendeu o teste como uma das maneiras mais confiáveis ​​de detectar uma bruxa.

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