Curiosidades que você provavelmente não sabia sobre o beijo

POR A Redação    EM Curiosidades      29/07/14 às 16h04

Abaixo você vai conhecer as principais curiosidades sobre o beijo. Desde os principais recordes até os exercícios realizados pelo seu corpo durante um deles:

Para dar apenas um beijo, o ser humano movimenta 29 músculos (12 dos lábios e 17 da língua). Um beijo apaixonado pode significar a aplicação de uma pressão de até 12 quilos sobre os lábios da pessoa amada. Já um beijo dado em um bebê pode ser pesado em gramas.

Uma pessoa comum, troca em média 24 mil beijos durante sua vida (de todos os tipos, maternais até os roubados).

Um beijo pode passar até 250 vírus e bactérias diferentes de uma boca para outra. Quando se beija alguém, resíduos da saliva da outra pessoa permanecem na sua boca por 3 dias.

As batidas do coração sobem, em média, de 70 para 150 vezes por minuto durante o beijo. Isso faz com que o coração bombeie até 1 litro de sangue a mais, pois as células pedem mais oxigênio para trabalhar.

As pessoas que beijam mais sofrem menos de doenças do aparelho circulatório, do estômago e da vesícula. Diminuem os casos de insônia e de dores de cabeça. Ou seja beijar é um santo remédio!
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Quando um dos namorados beija o pescoço do outro com mais força, provoca um aumento de pressão no local que pode romper os capilares (vasos bem frágeis). Forma-se uma mancha proveniente do sangue que escapou e ficou preso embaixo da pele, o famoso chupão.

Em cada beijo, os apaixonados trocam 9 mg de água, 0,7 g de albumina, 0,18 g de substâncias orgânicas, 0,711 mg de gorduras e 0,45 mg de sais.
O americano Alfred A. E. Wol estabeleceu o recorde mundial de beijos. Ele beijou 8.001 pessoas em oito horas.

O escultor francês Auguste Rodin, de tantos delírios amorosos que viveu com Camille Claudel, imortalizou o beijo em uma de suas mais famosas obras, "O Beijo".

Após o final da Segunda Guerra mundial ser anunciado em 1945. As pessoas ficaram extremamente felizes e decidiram comemorar na rua, durante esse momento um soldado beijou uma enfermeira a foto de Alfred Eisenstaedt rodou o mundo, e a história dela foi publicada na revista Life, o casal que protagoniza a foto na verdade nem se conhecia o nome do marinheiro é Glenn Edward McDuffie e da enfermeira é Edith Shain.
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Além disso quando você beija utiliza muito mais que apenas os músculos existentes na boca, além dos seus cinco sentidos básicos entrarem na história, os médicos e psicólogos alemães concluíram que aqueles que beijam, faltam menos ao trabalho por motivo de doença do que aqueles que não beijam, ganham 20 a 30 por cento a mais e vivem aproximadamente 5 anos a mais, é muita vantagem ou não é?

O Dr. Arthur Sazbo, um psicólogo alemão, diz que a razão desta ótima melhora na vida é a energia positiva que o beijo passa para aqueles que beijam no começo do dia. Conseqüentemente, se você quiser ter mais dias felizes, saudáveis, ser bem sucedido, e viver mais, você deve beijar o seu amor antes que você vá trabalhar, todos os dias.

Jr. de Vaughn Bryant, professor do departamento de antropologia do Texas A&M, acredita que o primeiro beijo erótico foi trocado em 1500 A.C na Índia. Antes desse tempo não há nenhuma evidência (tabuletas de argila, pinturas da caverna ou registros escritos) que indique a experiência. A beleza do beijo é que traduz cada língua e religião. Bryant disse também que o ato de friccionar e pressionar os narizes e a troca das línguas entre amantes, se popularizou aproximadamente em 1500 A.C.
Foram os Romanos que descobriram o beijo. Os Romanos beijavam-se cumprimentado uns aos outros, beijavam as vestes e os anéis de seus líderes e estátuas dos deuses mostrando sua submissão e respeito

É um fato científico que beijar estimula nosso cérebro a produzir o oxitocina, um hormônio que nos dá aquela ótima sensação que sentimos ao beijar.

Além disso, a química provocada faz com que um beijo clame por outro. Quando nós beijamos, os interiores de nossas bocas e bordas dos nossos lábios produzem uma substância para que aclama por mais e mais beijos.

Um estudo em 1997 na universidade de Princeton concluiu que nossos cérebros estão equipados com os neurônios que nos ajudam a encontrar os lábios de nossos amantes no escuro. Não é nenhuma novidade que muitos casais apreciam se beijar em um teatro escuro.

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A Redação
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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