
Na metade da década de 1990, Shonda Rhimes estava dando os primeiros passos em Hollywood. Mas foi só em 2004 que a roteirista, cineasta e produtora de televisão começou seu reinado como dona da Shondaland, com a estreia do seu maior sucesso, Grey’s Anatomy. O sucesso instantâneo do drama médico permitiu que Rhimes continuasse seu legado na TV, criando séries como Private Practice, Scandal e How to Get Away With Murder.
Shondaland continua crescendo, fazendo acordos com o serviço de streaming Netflix e outras emissoras. Mas, apesar do sucesso, será que os fãs sabem de tudo sobre as produções de Rhimes? Veja 8 segredos sobre os bastidores de Shondaland:

A emissora de televisão Rai 2 da Itália, decidiu excluir a cena de sexo entre Oliver e Connor no episódio piloto de How to Get Away with Murder, por temer uma reação negativa do público. Mas, diferente do que pensavam, foi a decisão de excluir a cena que deixou o público irritado. No Twitter, muitos fãs acusaram a emissora de homofobia. Xiii!
Não é apenas cenas de luta que podem machucar os atores… as cenas de sexo também. Em entrevista para a SiriusXM, Viola revelou que em uma dessas cenas, em How To Get Away With Murder, Billy Brown a pegou e jogou contra parede. Isso machucou as costas da atriz e ela teve que se recolher para se recuperar antes de continuar a cena. ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Certamente, a cena mais marcante de How To Get Away With Murder foi na primeira temporada, em que Annalise remove a sua peruca e maquiagem, momentos depois de confrontar o seu marido. Bom, mas a ideia da cena não foi de nenhum dos roteiristas ou da Shonda Rhimes, e sim da própria Viola. Segundo a atriz, ela queria que a Annalise mostrasse que era uma pessoa real em um momento puro.
Muitas pessoas se questionam como alguém, sem nenhuma experiência na área médica, criou Grey’s Anatomy. Em entrevista, Shonda Rhimes revelou que ela criou a série depois que sua amiga médica a contou como era difícil depilar as pernas nos chuveiros do hospital. Inicialmente, Rhimes achou engraçado, mas enquanto pensava no assunto, percebeu que aquele era o único lugar onde a sua amiga poderia depilar as pernas. Ela usou esse momento de reflexão para começar a escrever a série.
Desde a segunda temporada de Scandal, Scott Foley interpreta Jake Ballard, o diretor da NSA e primeiro interesse amoroso de Olivia Pope. Mas nem sempre essa foi a ideia para o ator. Rhimes queria que Foley interpretasse o Stephen Finch, o amigo leal de Olivia. Contudo, a emissora não gostou muito desta ideia e foi Henry Ian Cusick que ficou com o papel de Finch. Para compensar o mal-entendido, Rhimes criou Ballard para Foley interpretar.
A produtora Betsy Beers encorajou Rhimes a reunir e se inspirar na história de Judy Smith – advogada, gerente de crise e presidente/fundadora/CEO da Smith & Company (empresa de gerenciamento de crises). Após 10 minutos de conversa, Rhimes conseguiu criar, quase instantaneamente, 100 episódios da série de TV na sua brilhante cabeça.
No ano seguinte que Katherine Heigl ganhou um Emmy pela sua interpretação de Izzie Stevens em Grey’s Anatomy, a atriz pediu para que tirassem o seu nome da lista de consideração da próxima premiação. Heigl afirmou que não achava que seu desempenho, muito menos o enredo da série, merecia um prêmio. A situação deixou os produtores do drama médico enfurecidos. Alguns meses depois, a atriz saiu da produção.
Scandal recebeu muitos elogios por ter uma mulher negra como protagonista. Mas isso não teria acontecido caso a ABC continuasse seus planos originais sobre a atriz que interpretaria Olivia Pope. Inicialmente, a emissora queria que Connie Britton ficasse com o papel da advogada, mas Shonda Rhimes insistiu e bateu o pé para que uma atriz negra fosse a protagonista. Depois de convencer a ABC, algumas atrizes fizeram audições para o papel e Kerry Washington se destacou. Maravilhosa.
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