
Quando se pensa em avanços tecnológicos, logo a China vem à mente. Isso não é à toa. E o país continua a surpreender com os avanços tecnológicos que parecem ter saído de um filme de ficção científica. Agora, uma tecnologia da China está revolucionando o futuro do transporte global. E o que faz essa corrida tecnológica tão impressionante?
Uma dessas inovações é o Trem Aéreo da China (Skytrain) que já está na fase de testes. Por mais que ele não voe, a estrutura suspensa em monotrilho por mais de 10,5 km e sua capacidade de atingir 60 km/h com até 200 passageiros fazem com que ele seja um claro exemplo do futuro do transporte urbano.
Como se essa tecnologia da China já não fosse surpreendente o suficiente, ela fica ainda mais impressionante tendo levado somente sete meses para ser construída. Com essa tecnologia de trens de levitação magnética, o país chegou a velocidades ainda mais surpreendentes e bateu recordes. Por exemplo, existem boatos que ele já passou de 623 quilômetros por hora em um teste em um tubo de vácuo baixo.

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Um outro exemplo de tecnologia da China que está revolucionando o transporte é o XPeng X3 AeroHIIT. Ele é um carro voador que tem a capacidade de decolar verticalmente e atingir 130 quilômetros por hora no ar. A promessa dessa inovação é solucionar o congestionamento urbano e dar mais uma solução para o transporte, tanto aéreo como terrestre.
Além desses dois também tem o Ehang 216S Táxi Drone, que já opera como uma solução para o transporte de passageiros nas áreas urbanas e suburbanas. O táxi autônomo tem uma autonomia de até 30 quilômetros e pode chegar a uma velocidade de 130 quilômetros por hora.
Toda tecnologia da China para revolucionar o transporte não para por aí. O país também tem o primeiro SUV flutuante do mundo, o BYD Yangwang U8. Ele pode flutuar durante 30 minutos e consegue se mover também sobre as águas em até 1,4 metros de profundidade.
E mais do que trens e carros, a tecnologia da China também tem um impacto nas áreas urbanas com robôs de estacionamento inteligentes e drones para o combate de incêndios.
Fonte: Click petróleo e gás
Imagens: Tempo.co






