O fotógrafo australiano Darryn Lyons, conhecido como “Mr Paparazzi”, voltou a comentar um dos episódios mais marcantes da história da família real britânica. Segundo ele, após registrar imagens do acidente que matou a princesa Diana em 1997, agentes secretos teriam acompanhado seus passos.
À esquerda, o fotógrafo australiano Darryn Lyons, ex-proprietário da agência Big Pictures. À direita, a princesa Diana durante apresentação do English National Ballet, em Londres, em junho de 1997, poucos meses antes de sua morte. Fotos: Sam Tabone/Getty Images e David M Benett/Getty Images.
Além disso, o fotógrafo afirma que enfrentou situações suspeitas depois de conseguir os registros feitos em Paris. De acordo com seu relato, algumas imagens eram sensíveis e, por isso, ele decidiu não divulgar todo o material.
Darryn Lyons afirma que sua agência em Londres sofreu uma invasão pouco tempo depois da tragédia. Segundo ele, encontrou sinais de entrada irregular no escritório e passou a desconfiar de uma possível vigilância.
Além disso, o fotógrafo relata que percebeu problemas nas linhas telefônicas da empresa. Segundo sua versão, os acontecimentos levantaram suspeitas sobre uma possível tentativa de descobrir informações sobre as fotos.
No entanto, não existem provas públicas que confirmem a atuação de agentes secretos contra o fotógrafo. Dessa forma, as declarações permanecem como um relato pessoal de Lyons.
O acidente que matou a princesa Diana aconteceu em 31 de agosto de 1997, em Paris. Na ocasião, também morreram Dodi Fayed e o motorista Henri Paul.
Após a tragédia, as imagens registradas por fotógrafos geraram uma forte reação internacional. Além disso, o caso aumentou os debates sobre os limites da imprensa e o comportamento dos paparazzi.
Por outro lado, a cobertura do acidente também levantou discussões sobre privacidade e responsabilidade jornalística. Afinal, a perseguição de fotógrafos foi apontada como um dos fatores que cercaram os momentos finais da princesa.
Mesmo após décadas, Darryn Lyons afirma que ainda possui questionamentos sobre o episódio. Segundo ele, sua experiência após o acidente aumentou suas suspeitas sobre os acontecimentos.

Livro revela que carro em que princesa Diana morreu estava danificado. Foto: Reprodução.
Entretanto, investigações oficiais apresentaram outras explicações para a tragédia. Entre elas, apareceram fatores relacionados ao motorista e à perseguição feita por fotógrafos naquela noite.
Ainda assim, novos relatos continuam despertando interesse do público. Isso acontece porque a morte de Diana permanece como um dos acontecimentos mais lembrados da história recente.
Quase 30 anos depois da morte da princesa Diana, o acidente continua recebendo atenção mundial. Além disso, documentários, livros e novas análises continuam explorando diferentes aspectos do caso.
Por isso, relatos de pessoas que participaram da cobertura da época ainda geram grande repercussão. Dessa maneira, histórias envolvendo os últimos momentos da princesa seguem atraindo a curiosidade de milhões de pessoas.
Fonte: Revista Monet






