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7 criaturas mais estranhas do folclore medieval

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Não sabemos se foram mesmo reais ou não. O que importa mesmo é que a história foi marcada pela presença de criaturas mágicas. Muitos desses seres conhecemos por meio dos livros, claro. Sabemos que supostamente existiram criaturas que foram capazes de afundar navios, que algumas devastaram cidades inteiras e outras se alimentaram de homens e mulheres. 

Independente da história de cada uma dessas criaturas, o importante aqui é entender que essas figuras tornaram-se famosas por terem nutrido superstições e que só ganharam força e forma quando começaram a ser retratadas por artistas talentosos. Santo Agostinho foi um dos foi um dos primeiros a perceber a importância desses monstros imaginários.

Mas quais foram as criaturas mais famosas? Tudo depende da época e do território. Como a lista grande, separamos aqui as 7 criaturas mais estranhas do folclore medieval.

1 – Hipogrifo

O cruzamento entre um grifo (ser cujo corpo era de leão, com cabeça e asas de águia) e uma égua gerou o hipogrifo. A primeira referência feita sobre este ser ocorreu em uma produção literária e partiu do poeta latino Virgílio, no século 1 a.C. No entanto, as características desta criatura só foram definidas apenas no começo do século 16, pelo também poeta Ludovico Ariosto.

2 – Ictiocentauros

Entre os seres marinhos mais conhecidos da mitologia grega, estão os gêmeos Bythos e Aphros, dois ictiocentauros. Esses seres eram bem parecidos com os centauros. A única diferença é que a parte inferior do corpo era uma cauda de peixe. Alguns foram registrados em ilustrações usando coroas, enquanto outros eram representados com chifres que pareciam mais garras de crustáceos.

3 – Leviatã

Faz parte do folclore judaico e é conhecido também como o monstro que engoliu o profeta Jonas. No Livro de Jó, este ser é descrito como um grande dragão do mal e sua origem está na divindade cananeia Yam, deus do caos e do mar indomado. De acordo com o folclore judaico, seu inimigo era Baal, o rei do céu. Hoje, seu nome ganhou um sentido totalmente mundano. Contudo, se traduzimos do hebraico para português, seu nome não tem nada de assustador. Significa, apenas, baleia. 

4 – Kraken

Conhecido por afundar navios. Habitava o Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras escandinavas, e alimentava-se de peixes. De acordo com a lenda, o Kraken parecia uma lula gigante. Descrições comparam seu tamanho ao de uma ilha. Este ser, supostamente, possuía cerca de 100 braços.

5 – Serpe

Os dragões europeus tinham quatro patas e eram inteligentes. Totalmente diferentes dos Serpes, que possuíam apenas duas patas. Eram considerados lagartos voadores e aparecem frequentemente em heráldica, como um dos símbolos de Portugal. O cetro de D. Pedro II, por exemplo, possuía a figura de uma serpe.

6 – Tarascona

Era uma espécie de dragão com cabeça de leão. Possuía seis pernas curtas e garras enormes, acopladas a um corpo de boi coberto de espinhos curvos. Possuía uma cauda longa e escamosa, cujo término guardava uma garra de escorpião. A besta não podia ser destruída por nenhuma arma, muito menos pela força do ser humano.

7 – Mantícora

Animal lendário com cabeça de homem, dotado de chifres, corpo de leão e cauda de dragão ou de escorpião. Devorava suas presas inteiras, sem deixar roupas e nem ossos. Foi descrita pela primeira vez pelo historiador grego Ctésias. Ainda que tenha surgido no Oriente, o ser mitológico também faz parte do folclore medieval europeu.

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