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As coisas grotescas que os japoneses fizeram na Unidade 731

POR Jesus Galvão    EM Experiências      10/04/18 às 19h14

Muitas são as vítimas que as guerras ao longo dos anos fizeram. E muitos ainda morrem em guerras disfarçadas que acontecem ao redor do mundo. Algumas vítimas desses conflitos sofreram coisas que muitas vezes nunca foram reveladas. Como é o caso dos prisioneiros usados nos experimentos do exército japonês, na Unidade 731.

Na unidade secreta de pesquisa e desenvolvimento de guerra, cerca de dez mil pessoas entre chineses, coreanos, mongóis, russos, europeus e americanos foram submetidos à bizarros experimentos, e acabaram morrendo. Isso ocorreu entre 1937-1945, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa em Pingfang, na China.

Os experimentos

Atrocidades como dissecção de cadáveres sem anestesia, para testar os efeitos de doenças previamente infectadas nos órgãos prisioneiros, foram relatados. "rgãos como estômago e esôfago,eram retirados, ou ligados diretamente aos intestinos para testar limites de sobrevivência. E tudo isso com os prisioneiros conscientes e sem o menor tipo de sedação.

Amputações de partes do corpo, como braços e pernas também eram comuns na Unidade, a fim de observar questões como tempo de perda do sangue. Pelo menos é o que aponta os relatórios da época. Só não há nos apontamentos os motivos que levaram os cientistas a acoplar os órgãos amputados em outras partes do corpo das vítimas.

Os historiadores acreditam que as práticas tinham como objetivo criar armas químicas e biológicas. Uma vez que o maior número de mortes em algumas batalhas não decorreram de armas de fogo, mas sim de injeções bacteriológicas que contagiaram seus inimigos com cólera, peste bubônica, antrax, febre tifoide e tuberculose.

Eles teriam estudado e testado em seus prisioneiros cada uma dessas enfermidades, ou até mesmo infectado alguns prisioneiros com todas de uma vez. Eles buscavam algo ainda mais letal em seus testes. Pulgas teriam sido usadas para disseminar as doenças. Elas eram colocadas em bombas de porcelana e atiradas sobre as vítimas que eram amarradas em bastões. Os corpos dos infectados durante os testes eram removidos para estudo.

Os crimes cometidos dentro da Unidade 731, também são relatados em outros momentos da história. Como os experimentos nazistas, os métodos de tortura durante a guerra do Vietnã e os experimentos MK Ultra da CIA.

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Via   Supercurioso  
Imagens Wikipedia Peru
Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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