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Asteroide tem chances de 1 em 7000 de atingir a Terra, entenda

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      10/06/19 às 16h05

Muita gente se sente atraída quando o assunto remete ao espaço. É realmente um lugar cheio de mistérios e que desperta a curiosidade de muitos cientistas e astrônomos espalhados pelo mundo todo. A ideia de que entre luas, asteroides, estrelas e sistemas possa existir vida em outros planetas, remonta há muitos anos atrás, e sempre é tema de estudo e pesquisa.

O universo sempre foi um tema de grande interesse para nós. Sua imensidão e todo o desconhecido que o circunda atiçam a curiosidade de todos os cientistas. E até mesmo de pessoas que são intrigadas para saber o que tem nesse universo, além de nós. Mas além dessas questões de vida inteligente em outro planeta, o resto do espaço sideral é algo à parte.

A totalidade do espaço ainda não foi entendida, mas existem coisas que os cientistas já conseguiram descobrir, entender, em algum nível, e descrever. Além dos planetas que conhecemos e dos astros que vemos constantemente nos céus, nosso sistema solar está repleto de outros corpos, como asteroides. Eles são corpos rochosos e metálicos que têm uma órbita definida ao redor do sol. Eles fazem parte dos corpos menores do sistema solar e, normalmente, têm algumas centenas de quilômetros.

Asteroides sempre passaram perto do nosso planeta e algumas previsões até falaram que alguns deles poderiam destruí-lo. Alguns deles, de pequeno porte, chegam a entrar em nossa atmosfera e cair em nosso planeta. Como um famoso asteroide que caiu na Rússia em 2013, mesmo sem ter sido detectado por nenhuma agência espacial ao redor do mundo. E outros, que já passaram perto de nós, tinham formatos estranhos, como um que passou no halloween e que tinha o formato de caveira. Pelo menos a parte de destruição não aconteceu. Mas realmente vários deles já passaram perto de nós.

Asteroide

E no segundo semestre, um asteroide passará perto de nós. E não só isso. Ele tem uma chance em 7000 de colidir com o nosso planeta. O asteroide, chamado 2006 QV89, é esperado para o dia nove de setembro de 2019.

Segundo a lista da Agência Espacial Europeia (ESA), ele poderá colidir com a Terra. A lista foi atualizada no dia seis de junho. E dos 10 objetos da lista, esse asteroide ficou em quarto lugar. Se comparar com o asteroide de 10 quilômetros, que matou os dinossauros há 66 bilhões de anos, o QV89 é bem pequeno. Ele tem 40 metros de diâmetro, que é o comprimento de duas pistas de boliche de ponta a ponta.

Colisão

O ESA está monitorando a rota do asteroide e é bem improvável que ele colida com a Terra. De acordo com o ESA, o asteroide provavelmente ficará a aproximadamente 6,7 milhões de quilômetros do nosso planeta. Comparando, a lua está a 384.400 quilômetros de distância.

Com tudo isso em consideração, existe uma chance em 7.299 de o QV89 de 2006 atingir a Terra. E como o próprio nome já diz, ele foi descoberto no dia 29 de agosto de 2006. Quem o descobriu foi a Catalina Sky Survey, uma organização que fica em um observatório perto de Tucson, no Arizona.

Esse asteroide, na verdade, é um visitante bastante regular em nosso planeta. Depois que ele passar por nós esse ano, ele deve voltar a ficar perto de nosso planeta em 2032, 2045 e 2062.

A NASA se juntou com o ESA em maio para passar informações sobre como o governo e os cientistas deveriam lidar com um ataque de asteroides. E o que muitas pessoas pensam ser uma opção viável, que é explodir os asteroides, na verdade não é uma opção. Segundo um estudo que foi publicado na revista Ícaro, foi descoberto quem quanto maior um asteroide, mais difícil é explodi-lo.

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Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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