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Astrônomo afirma que lixo espacial está deixando o céu mais brilhante

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As pessoas são fascinadas com o espaço e as coisas que têm nele. Graças ao lançamento de uma Estação Espacial, os humanos começaram a entender mais do espaço. Esse local está nos ajudando a entender como podemos viver no espaço. E o mais incrível de se pensar é que, não muito tempo atrás, essa ideia não passava de pura ficção científica.

A quantidade de informação e conhecimento que nós podemos obter no espaço é simplesmente inimaginável. Na busca por esse conhecimento, diversas histórias estranhas e descobertas aconteceram.

Lixo

O que muita gente pode não saber é que o espaço é o lar de meio milhão de fragmentos de detritos pequenos. Esses possuem, em média, o tamanho de uma bolinha de gude e são como “poluições” na órbita da Terra. Há ainda pelo menos 20 mil maiores ou do tamanho de uma bola de tênis. Entre esses objetos, há luvas de astronautas, pedaços de espaçonaves “mortas” e partes de foguetes fora de uso. E outras coisas como satélites desativados, pedaços de espaçonaves, além de restos de foguetes, que ficam na baixa órbita da Terra.

E a confusão cada vez maior de destroços orbitando a Terra está se tornando um problema bastante sério para os astrônomos. Até porque esses pedaços antigos de satélites, foguetes e outros objetos que captam a luz do sol podem refletir essa luz para o nosso planeta e outros lugares criando um aumento perceptível no brilho do céu noturno. Isso faz com que fique consideravelmente mais difícil estudar o cosmos.

Se os números de pesquisas feitas estiverem certos, o lixo espacial reflexivo é tã brilhante que cruza o limiar oficial de luminosidade do que os cientistas consideram uma visão desimpedida do céu.

Problemas

Por si só o lixo espacial já  está causando problemas. Contudo, os especialistas também dizem que as mega constelações de satélites operacionais, como por exemplo os satélites de internet Starlink da SpaceX ou os satélites 5G da AST & Science, estão piorando as coisas.

Tanto que a SpaceX tomou medidas para escurecer os seus satélites depois que os astrônomos reclamaram. Contudo, o “The Washington Post” informa que outras  empresas não estão se preocupando em fazer o mesmo.

“Uma vez que existem objetos orbitando a Terra em todos os tipos de inclinações orbitais, realmente nenhum lugar está a salvo disso”, disse John Barentine, co-autor do estudo e diretor de políticas públicas da International Dark-Sky Association.

Possíveis soluções

Felizmente, existem motivos para esperar que os engenheiros consigam descobrir uma forma de resolver esse problema, como disse o specialista em poluição luminosa do Centro de Pesquisa Alemão para Geociências, Christopher Kyba.

O especialista não fez parte do estudo, mas disse ao jornal que suas descobertas foram realmente chocantes. Mas mesmo assim ele está otimista de que os engenheiros que estão trabalhando em formas de tirar detritos espaciais da órbita irão descobrir como fazer isso nos próximos anos.

Fazer essa descoberta significaria, no mínimo, que seria possível dar adeus aos satélites extintos e aos pedaços de lixo flutuando em volta da Terra. E feito isso, os pesquisadores e astrônomos finalmente poderiam dar uma olhada bem melhor no céu noturno.

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