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Brasileiros compraram 1 milhão de vibradores durante a quarentena

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A maior parte dos brasileiros, e do mundo, está vivendo, pela primeira vez, uma quarentena. A Organização Mundial da Saúde pediu a todos que fiquem em casa e só saiam em casos de emergência, quando for inevitável. O motivo disso todos sabem: o novo coronavírus. A doença, que foi notada a princípio na cidade de Wuhan, na China, logo se espalhou e atingiu níveis globais. Para que a situação não chegue ao extremo, como aconteceu na Itália e alguns outros países, recomenda-se passar o maior tempo que puder dentro de casa.

Esse surto já teve várias consequências econômicas, deixando vários setores prejudicados pela falta de movimentação. Contudo, nem todos os setores se viram prejudicados com a pandemia do novo coronavírus.

Vendas

Um setor que não esfriou durante a quarentena foi o mercado erótico. Muito pelo contrário. Com relação às vendas, os brinquedos sexuais foram muito comprados nesse período. Desde o começo do isolamento, mais de um milhão de vibradores foram vendidos em todo Brasil. Esse número foi um levantamento feito pela Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico (Abeme).

Segundo esse estudo, enquanto outros tipos de negócio tiveram uma queda, o setor erótico vendeu  4,12% a mais com relação à 2019. Embora quem lidere as vendas sejam os vibradores, outro item bastante inovador tem chamado atenção. São as máscaras personalizadas com imagens sensuais.

“A máscara é uma peça que encobre o sorriso, nossa principal arma de empatia e conexão com as outras pessoas, por isso tem que ter também um conteúdo interessante ou engraçado para quebrar o gelo”,  explicou a estilista Francilene Perez, dona da sex shop Sedução Fashion, em Duque de Caxias. Ela foi uma das pioneiras na personalização de máscaras sensuais.

Vibradores

Por conta da alta demanda por vibradores, os lojistas do setor erótico tiveram que investir em uma variedade desse item. Os modelos são os mais variados. Indo desde os mais simples, que custam 40 reais, até os banhados a ouro que oferecem 30 tipos de vibração e que começam a ser vendidos por 900 reais.

Apesar de muitos terem preconceito com os famosos brinquedinhos sexuais, existe uma enorme variedade e você provavelmente vai se identificar com algum, basta tentar. Eles podem ser bem prazerosos e ainda ajudam você a se descobrir e ver o que gosta e não gosta na cama, além de conhecer seus pontos de prazer. Vantagens que podem ser usadas quando a pandemia acabar.

A pandemia fez com que as lojas ficassem fechadas. E também impossibilitou que a principal feira erótica do Rio de Janeiro, a Sexy Fair, fosse realizada. Então, os lojistas apostaram nas vendas online. E segundo Paula Aguiar, ex-presidente da Abeme e autora da pesquisa que traçou o perfil do mercado erótico durante a pandemia, essa estratégia deu certo.

“O mercado está otimista porque as pessoas estão ociosas em casa e precisam inovar no relacionamento. Quem tem presença forte na internet e delivery está se saindo bem durante a quarentena e projeta um crescimento anual até maior do que a nossa projeção inicial de 8,45%”, disse.

Segundo o estudo, quem mais compra os produtos eróticos são jovens. E 51,4% dos clientes são pessoas entre 25 e 34 anos. De todos os consumidores, as mulheres representam 65% , e os homens 21,1%.

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