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Com ajuda de Trump, Israel e Emirados Árabes Unidos assinam acordo de paz histórico

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Em meio a tempos tão conturbados, é bom termos boas notícias. Nesse sentido, recentemente, Israel e Emirados Árabes Unidos assinaram um acordo de paz histórico. Dessa forma, esse acordo de paz deve normalizar, pelo menos temporariamente, as relações diplomáticas entre os dois países. Também vale lembrar, que o acordo foi feito com a ajuda de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos.

Anunciado por Trump, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, e o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohammed bin Zayed al-Nahyan, ainda nesta quinta-feira (13/08), o pacto representa um importante avanço para o Oriente Médio. “Este histórico passo diplomático avançará a paz no Oriente Médio e é um testemunho da ousada diplomacia e da visão dos três líderes e da coragem dos Emirados Árabes Unidos e de Israel para traçar um novo caminho, que desbloqueará o grande potencial da região”, afirma a declaração oficial dos três países.

No que isso afeta a reeleição de Donald Trump?

Além representar uma grande mudança nas relações dos países, o acordo também representa uma vitória diplomática que fortalecerá Donald Trump na sua campanha de reeleição. Desse modo, o tratado de paz faz parte de um plano de investimento em política externa. Ao mesmo tempo, o acordo fortalece a oposição ao Irã, que, atualmente, é visto como uma possível pelos três países envolvidos no acordo. Isso acontece porque, países como Estados Unidos e Israel acusam o Irã de produzir armas nucleares. No entanto, o governo do Teerão, capital do país, nega que esteja envolvido com esse tipo de projeto.

Também sabemos que o Irã está envolvido em guerras que acontecem por procuração e se estendem da Síria até o Iêmen. Nesse sentido, os Emirados Árabes Unidos acabam sendo um dos principais combatentes e força contrária ao exercício de poder iraniano na região. Para isso, Israel acredita que seja necessário “suspender a declaração de soberania”. Ou seja, retirar o poder do Irã em áreas da Cisjordânia que constam no projeto de anexação do território. Ainda que não seja uma medida definitiva, o acordo prevê a suspensão total por um período definido.

Possíveis avanços nos conflitos do Oriente Médio

Algumas horas após o anúncio do tratado, Netanyahu disse que a suspensão havia sido um pedido direto de Donald Trump. Além disso, também não houveram mudanças nos planos israelenses para “aplicar a soberania em plena coordenação com os Estados Unidos”, afirma Netanyahu. “Disseram-me que é impossível trazer a paz aos países árabes se não renunciarmos aos territórios. Eu provei o contrário”, continua o premiê. “Assim como trouxe paz, também trarei soberania. Nunca desistirei dos nossos direitos em nosso país”, completa.

De acordo com Netanyahu, esse é um “dia histórico”. Para se ter uma ideia, os conflitos entre árabes e judeus já vem de muitos séculos. Entretanto, eles se ganharam maior importância após o reconhecimento de Israel como país, em 1948. Depois disso, as disputas territoriais com os palestinos foram ainda mais intensificadas. Para a ONU, “qualquer iniciativa que promova a paz e a segurança no Oriente Médio”, afirma António Guterres, secretário-geral da ONU.

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