Como a ciência explica o que nós chamamos de pressentimento
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Como a ciência explica o que nós chamamos de pressentimento

Sem dúvida alguma você em algum momento da vida já teve algum tipo de pressentimento ou premonição, o mais interessante é pensar que esse tipo de sensação ocorre com praticamente todas as pessoas, mas a própria comunidade de psicologia e neurociência não considera o ato um objeto de estudo, por considerar que as premonições são uma espécie de objeto do acaso, ou até mesmo de misticismo.

Mas para a nossa sorte, e para a sorte dos demais curiosos, um renomado professor de psicologia da Universidade de Cornell, Nova York, e um dos mais prestigiados profissionais da área, segundo o próprio “ The New York Times” decidiu por conta própria e sem a aprovação geral da academia realizar uma pesquisa com o objetivo de compreender melhor o que esses fenômenos são e significam.

E foi desta forma, que Daryl J. publicou o seu artigo após uma extensa pesquisa na área. A pesquisa ocorreu da seguinte forma, 9 experimentos foram feitos com mais de mil universitários escolhidos aleatoriamente (para não gerarem uma interferência no resultado), neles os participantes deveriam tentar prever o tipo de conteúdo que apareceria em algumas imagens.

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Uma série de fotos foram mostradas individualmente, aos estudantes que eram monitorados por eletrodos, o conteúdo destas imagens podia variar, de emotivas a sexuais. Durante este experimento o pesquisador puderam concluir que antes mesmo de exibirem uma imagem de conteúdo forte (aproximadamente 5 segundos antes), os jovens já podiam pressentir qual seria a categoria do conteúdo a ser mostrado.

Os estudos puderam identificar que em 8 dos 9 experimentos as taxas de previsões e pressentimentos realmente foram mais altas do que o esperado o que pode ser considerado acima da coincidência ou obra do acaso. Ao tirar suas conclusões por outro lado o psicólogo foi bastante cuidadoso, mas alega que de fato todo mundo pode ter a capacidade de realizar alguma previsão, porém ele alega também que algumas pessoas se demonstram mais sensíveis e suscetíveis a isso.

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Mas a explicação que o pesquisador teria chegado para explicar cientificamente o porquê de termos essas sensações é a própria evolução, onde prever as situações de perigos por exemplo, era fundamental para a sobrevivência. Apesar da credibilidade de Daryl J, muitos profissionais se recusam a aceitar a sua “versão da historia”, alegando que os pressentimentos e premonições nada mais são do que uma questão de probabilidade, onde um individuo durante a sua vida imagina tantas coisas que podem ocorrer no futuro, que matematicamente alguma delas acabam acontecendo.

Bônus: O que é um Déjá vu?

Bom, um Déjá vu é mundialmente conhecido por ser aquela sensação de que algo já tenha ocorrido, é como se cada detalhe de uma situação houvesse ocorrido da mesma maneira que ela ocorre novamente perante os seus olhos. Mas e o que a ciência tem a dizer sobre isso?  Pois bem, muitos foram os estudiosos que proporão uma teria para justificar esse fenômeno, para Sigmund Freud, o pai da psicanálise um déjá vu, seria nada mais do que uma fantasia inconsciente sendo lembrada espontaneamente.

Mas e vocês leitores do Ultra, que são tão curiosos quanto nós, em qual das vertentes vocês acreditam? Comenta pra gente aqui em baixo.

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