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É assim que o SOL vai parecer quando ele explodir

POR André Quincas    EM Ciência e Tecnologia      15/03/16 às 15h22

Você sabia que o universo inteiro está em expansão e em algum momento ele vai entrar em colapso? Calma. Vai demorar bastante. Mas os astrônomos já têm uma previsão de quando e como será quando o Sol começar a expandir ao ponto de engolir os primeiros planetas.

Eles tiveram essa estimativa a partir da observação da estrela K 4-55. O telescópio Hubble, em 2009, captou a imagem da estrela que está a 4600 anos-luz de distância da constelação de Cygnus e o que os cientistas puderam ver foi a formação de uma nebulosa planetária. Esse processo levou muito, muito tempo para acontecer, mas os cientistas conseguiram decifrar como quando a estrela Sol explodir.

In this Tuesday, May 19, 2009 photo released by NASA, the Hubble Space Telescope is seen from the Space Shuttle Atlantis as the two spacecraft continue their relative separation, after having been linked together for the better part of a week. (AP Photo/NASA)

Estrelas se expandem com a energia obtida através da fusão de hidrogênio em seu núcleo. Esse processo leva milhares de milhões de anos pra rolar, mas ao longo do tempo, o centro da estrela é preenchido com hélio. Estrelas de menor porte não têm calor suficiente para fazer a fusão, mas as maiores conseguem gerar hidrogênio adicional, mesmo quando ele acaba.

Nesse caso, quando o hidrogênio se esgota, a estrela gera hidrogênio adicional para áreas onde a pressão e a temperatura são altos o suficiente para gerar a fusão. Com isso, a luminosidade da estrela aumenta milhares de vezes e ela expande sua camada exterior para além do tamanho original.

In celebration of the International Year of Astronomy 2009, the NASA/ESA Hubble Space Telescope photographed the winning target in the Space Telescope Science Institute's "You Decide" competition. The image of the winner, a group of interacting galaxies called Arp 274, was revealed during ESO's "Around the World in 80 Telescopes" webcast. The striking object received 67,021 votes out of the nearly 140,000 votes cast for the six candidate targets. On 1-2 April Hubble's Wide Field Planetary Camera 2 captured Arp 274 (also known as NGC 5679). Arp 274 is a system of three galaxies that appear to be partially overlapping in the image, although they may be at somewhat different distances. The spiral shapes of two of these galaxies appear mostly intact. The third galaxy (far left) is more compact, but shows evidence of star formation. Two of the three galaxies are forming new stars at a high rate. This is evident in the bright blue knots of star formation that are strung along the arms of the galaxy on the right and along the small galaxy on the left. The largest component is located in the middle of the three. It appears as a spiral galaxy, which may be barred. The entire system resides at about 400 million light-years away from Earth in the constellation Virgo. Hubble's Wide Field Planetary Camera 2 was used to image Arp 274. Blue, yellow and infrared filters were combined with a filter that isolates hydrogen emission. The colours in this image reflect the intrinsic colour of the different stellar populations that make up the galaxies. Yellowish older stars can be seen in the central bulge of each galaxy. A bright central cluster of stars pinpoint each nucleus. Younger blue stars trace the spiral arms, along with pinkish nebulae that are illuminated by new star formation. Interstellar dust is silhouetted against the starry population. The pair of foreground stars on the right are inside our own Milky Way. The International Year of Astronomy 2009 is the celebration of the

O próprio sol vai se transformar numa gigante vermelha como a K 4-55. Neste momento ele está se expandindo através dessas fusões e, no futuro, irá engolir Mercúrio, Vênus e Terra. E este será apenas o começo. O que vai acontecer é uma transformação.

Esse processo de expansão do sol pode fazer com que ele forme uma estrutura de anéis concêntricos, que são camadas de hidrogênio e oxigênio que formam uma nebulosa planetária, como aconteceu com a K 4-55 e você vê na imagem a seguir.

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Mas os cientistas reconhecem que ainda têm muito a descobrir sobre como as estrelas se aproximam da extinção. Outra informação importante, esse colapso do Sol só vai acontecer daqui a 5 bilhões de anos. Sem falar que, quando as estrelas morrem, elas enriquecem o universo com elementos que compõe novas estrelas, planetas e até nós mesmos.

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André Quincas
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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