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Essa mãe estava cansada de só achar roupas muito curtas para sua filha, então teve uma ideia

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Sharon Choksi, é a mãe de Maya, uma garotinha de apenas 4 anos. Quando o assunto era comprar roupas sempre encontravam complicações por terem algumas idéias bastantes específicas sobre o que ela considerava confortável para usar : nada muito frouxo, nada com arcos, sem brilho, nada muito curto e a roupa não poderia ser muito folgada ou pesada.
Encontrar roupas que as agradavam era realmente uma dificuldade (na maioria das vezes eles acabaram comprando na seção masculina). A mãe estava chateada com o modo de que os varejistas olhavam para o universo masculino. “Por que a roupa das meninas devem ser tão pequenas e apertadas?” se questionou a mãe.


Choksi teve a idéia de que talvez melhores escolhas estavam faltando no mercado. Mas primeiro ela precisava de alguns dados, e o que ela achou a chocou.
Ela adiquiriu roupas para meninos e para meninas dos 10 maiores varejistas da região que eram todos destinados a crianças de aproximadamente o mesmo tamanha e idade e tiveram conclusões simples.
A mãe informa que as roupas femininas eram três polegadas mais finas, asmangas eram mais curtas e os canções das meninas eram apenas um terço do comprimento. Claro existiam calções mais longas e bermudas mais grossas também, mas na maior parte, a diferença de tamanha era “surpreendente”.
“Não tem nada a ver com o tamanho e as formas do corpo de meninas e meninos realmente”, por que meninas entre 8 e 12 anos são realmente mais altas do que meninos em média. Mas tento controversas suas roupas são mais curtas.


“Vivemos em uma cultura onde garotas e mulheres enfrentam muita pressão para ser magras e olhar de certa forma”, diz ela. “Quando o ajuste da roupa das meninas é tão consistentemente menor, é apenas aumentar essa pressão”.
Em 2013, Choksi lançou a Girls Will Be, uma marca que tinha como objetivo garantir que meninas e seus pais pudessem encontrar shorts com um ajuste. A primeira reação dos pais foram adorar a ideia. “Há tantos pais lá procurando por isso”. Diz ela. “Se tivermos impacto suficiente e todas as grandes marcas começarem a fazer isso, isso faria muito por auto-estima e confiança das meninas”, diz ela. “Nós ficaríamos encantados”.

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