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Garoto gasta mais de 16 mil dólares com recursos para jogo de celular

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Em julho deste ano, um menino de 6 anos usou o cartão de crédito da mãe para comprar recursos de um jogo disponibilizado para celular. Jessica Johnson, a mãe do garoto, só percebeu a peripécia quando notou quantias exorbitantes sendo deduzidas em sua fatura.

Utilizando os dados da mãe que estavam cadastrados no celular, o menino conseguiu gastar mais de $ 16.000 doláres. Surpresa, Johnson acabou entrando em contato com o banco.

O banco o qual Johnson possui conta validou os valores somente três meses depois que a reclamação foi registrada. Sendo assim, a mãe do garoto decidiu contactar a Apple, empresa que disponibiliza o jogo preferido do filho.

Por tardar em contactar a empresa, Johnson, infelizmente, não conseguiu ser reembolsada. “Eles disseram que eu deveria ter entrado em contato antes, somente assim minha reclamação poderia ser validada”, relatou a mãe ao New York Post. “Não liguei antes porque meu marido disse que provavelmente era um erro e, além disso, o banco demorou três meses para validar os valores”, completou.

O jogo

Johnson e seu marido não ativaram nenhuma configuração preventiva ao cadastrarem os dados pessoais no smartphone que constantemente era usado por George, filho do casal. Por esse motivo, o garoto conseguiu usar o cartão de crédito, que estava vinculado a conta do telefone.

O dinheiro foi gasto para a aquisição de recursos do joguinho preferido do filho, o Sonic Forces. George começou comprando ‘anéis vermelhos’, avaliados em $ 1,99. O garoto, em seguida, passou a adquirir os ‘anéis de ouro’, que custam nada mais que $ 99,99. Quanto mais dinheiro George investia, mais personagens eram liberados.

“Meu filho estava, literalmente, rasgando dinheiro”, brincou. “Obviamente, se eu soubesse que havia uma configuração para bloquear tais transações, eu não teria permitido que gastasse quase US$ 20.000 com esses anéis de ouro”.

Responsáveis

Ainda assim, Johnson culpa a Apple e a empresa de videogames. Para a mãe do garoto, tais aplicativos são predatórios, ou seja, são projetados para fazer com que as crianças sejam estimuladas a gastar dinheiro.

Por ter vivenciado tal experiência, Johnson, agora, alerta aos pais, pedindo para que os mesmos verifiquem as configurações de pagamento nos smartphones, sejam da Apple ou de outras marcas.

Para Johnson, é inadmissível o fato de medidas preventivas não estarem ativadas. “Que adulto gastaria US$ 100 em um baú de moedas que é disponibilizado por um jogo?”, pergunta Johnson.

“Meu filho sabe que esses recursos são destinados ao jogo, mas por ser ainda muito pequeno, não sabe o valor do dinheiro. Mas o incentivo parte do jogo, que é um desenho animado, algo totalmente atrativo. Isso só serve para fazê-lo ficar ainda mais vidrado, o que acaba promovendo uma situação cognitiva”.

Gastos

George, por ter apenas 6 anos, pode até não entender o valor do dinheiro e, por isso, gastou a exorbitante quantia para adquirir novos recursos em seu jogo preferido. Em contrapartida, tem muito adulto por aí que entende mas, mesmo assim, faz questão de investir um bom dinheiro em games com versões disponibilizadas para celular.

Daigo, um japonês de 31 anos, é um dos exemplos que cabe bem aqui. Por destinar boa parte do seu tempo livre com joguinhos de celular, o japonês já chegou a gastar mais de $ 70.000, com recursos que são ofertados por seu joguinho favorito.

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