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Mais de 100 mil pessoas já estão curadas do Coronavírus

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Recentemente, o número de pacientes curados do coronavírus chegou à marca de 100 mil pessoas. Ainda segundo com a plataforma online da universidade americana John Hopkins, que reúne informações de todos os países onde há casos da doença, são 372 mil casos confirmados ao redor do mundo.

Em algumas províncias da China, onde chegou a ser o maior foco da pandemia, não há registros de novos casos há quatro dias. Em meio à tudo que estamos vivendo, é bom ouvir boas notícias para continuarmos motivados a enfrentar a pandemia.

Boas notícias sempre são bem-vindas

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A China, onde surgiu o novo vírus, já está observando uma queda nos casos há alguns dias. Dessa forma, a província de Hubei não registra novos casos da doença nos últimos quatros dias. Além disso, não foram registrados casos de transmissão local no país inteiro dentro desse mesmo período. Por fim, a Coreia do Sul também já registrou um número menor de casos, sendo 64 casos nesse período.

Até o momento, já são 100.443 casos de pacientes diagnosticados com a Covid-19, que conseguiram se recuperar. Em Hubei, na China, já são mais de 59.882 pacientes curados. Em seguida vem o Irã, com 8.376, e a Itália, com 7.024. Dentro desse número, ainda há dois brasileiros que conseguiram se recuperar da doença.

Atualmente, o epicentro da doença está na Europa, atingindo principalmente a Itália. Até o momento, o país já bateu os números chineses e registrou, de acordo com a última atualização, 50.418 casos confirmados e 6 mil mortos.

Novas medidas para tratamento da Covid-19

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Enquanto o número de pessoas curadas se mostra promissor, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou o lançamento de um estudo global sobre as quatro hipóteses de tratamento mais promissoras até agora em casos da Covid-19. Assim, esse projeto será chamado de SOLIDARITY (SOLIDARIEDADE). Essa ação é um esforço coordenado sem precedentes de coleta de dados científicos de porte durante uma pandemia.

Em busca de resultados que tenham uso prático o mais rapidamente possível, ao invés de buscar uma cura do zero. Desse modo, a ideia é amenizar o impacto global de um vírus. Para se ter uma ideia, cerca de 15% dos infectados precisam de cuidados hospitalares, um número que já é capaz de quebrar qualquer sistema de saúde. Portanto, precisamos conseguir tratamentos que diminuam a necessidade ou tempo de internação é o foco imediato.

Serão testados o remdesivir, composto desenvolvido sem sucesso para combater o ebola: a combinação das drogas ritonavir e lopinavir, coquetel usado há 20 anos para tratar infeções de HIV: o mesmo coquetel acrescido do interferon-beta: e os antimaláricos cloroquina e hidrocloroquina. Originalmente, os dois últimos não seriam incluídos nos testes, mas, o relatório da OMS, a atenção recebida por eles, em alguns países, como EUA e Brasil, criou a necessidade de analisar novas evidências para informar decisões a respeito de seu potencial papel.

Ficar em casa e ter acesso a tanta informação tem deixado as pessoas ansiosas e sempre pensando apenas no pior. Por isso, vale lembrar que também há muita coisa boa acontecendo no meio da incerteza.

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