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Microsoft patenteou uma inteligência artificial capaz de imitar seus familiares mortos

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A velocidade de avanço e crescimento da tecnologia está muito rápida. A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que possibilita que máquinas adquiram conhecimentos por meio de experiências, se adaptem às condições e consigam desempenhar tarefas como os seres humanos. Parece uma ideia promissora. Mas assim como os robôs, ainda existe uma certa preocupação sobre o quanto esse tipo de tecnologia pode evoluir. E claro, se isso significaria que as máquinas podem ultrapassar os seus criadores.

A comunicação, entre robôs e seres humanos, tanto no ambiente real, quanto na internet, já tem acontecido através de recursos da inteligência artificial. Até onde essa inteligência pode chegar, ninguém consegue dizer. Mas que ela vem, revolucionando o mundo dos humanos, isso é real.

As coisas que a IA vêm conseguindo fazer com o passar do tempo tem aumentado e cada vez mais impressionando as pessoas. Conforme o tempo vai passando, as máquinas vão ficando cada vez mais inteligentes. Elas podem aprender e tomar decisões sozinhas. Existem até mesmo máquinas que sonham, leem palavras no cérebro das pessoas e se desenvolvem para serem pintores. Alguns desses sistemas de inteligência artificial mostram sinais de doenças mentais e outros são perigosos demais para serem liberados para o público.

Inteligência artificial

Um exemplo desse desenvolvimento de habilidades é um chatbot de inteligência artificial que foi patenteado em dezembro e registrada pela Microsoft. Essa inteligência artificial consegue imitar os parentes falecidos da pessoa. Com isso, ela cria a ilusão de uma conversa com seu ente querido, através de um mensageiro instantâneo.

Esse doppelganger digital conseguiria aprender a imitar uma pessoa se baseando nas postagens dela nas mídias sociais e outros conteúdos online que estivesse disponíveis para o público. Isso pode ser uma questão muito controversa. E as normas sociais mudam, mas parece que pode ser uma ideia difícil de se vender.

É complicado imaginar qual cenário seria mais assustador. Conversar com um algoritmo que está imitando algum parente morto, ou então pensar que está falando com alguma celebridade, por exemplo, enquanto ela está na verdade curtindo a vida em algum lugar pelo mundo. Contudo, a Microsoft diz que sua inteligência artificial é capaz de fazer essas duas coisas.

“A pessoa específica pode corresponder a uma entidade passada ou presente, ou uma versão dela. Como um amigo, um parente, um conhecido, uma celebridade, um personagem fictício, uma figura histórica, uma entidade aleatória, etc. A patente lê”, explicou a empresa.

Possibilidade

Felizmente, da mesma forma como outras patentes de tecnologia totalmente absurdas, bizarras e questionáveis, existe uma chance bem baixa de que os engenheiros da Microsoft realmente construam essa tecnologia.

Existem pesquisa práticas que querem empregar essas técnicas para benefício da sociedade. Mas também tem aquelas que priorizam outras necessidades humanas, como a criatividade e a arte. Todo desenvolvimento tecnológico amedronta os humanos. Por mais que essa tecnologia seja desenvolvida para ajudar as pessoas, ainda existe receio de que ocorra uma perda de controle. Um dos principais medos do homem é o de que os robôs criem consciência e independência, e acabem nos destruindo.

Segundo Tim O’Brien, gerente geral de programas de IA da Microsoft, ele disse em seu Twitter que não tem nenhum conhecimento de nenhum plano para que esse algoritmo ganhe vida e saia do papel. “E sim, é perturbador”, tweetou ele.

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