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O ‘cheiro de carro novo’ são substâncias cancerígenas e viagens pequenas já podem nos expor

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Carros são veículos motorizados com rodas, que são usados para o transporte. Os carros se popularizaram em um nível global no século XX, e as economias foram desenvolvidas com bastante dependência deles. Foi em 1886, que o nascimento do carro moderno aconteceu. Foi nesse ano, que Karl Benz patenteou seu Benz Patent-Motorwagen.

Desde essa época as pessoas são fascinadas com carros e cada vez mais dependentes dele. Um exemplo disso é que, o americano médio gasta quase uma hora por dia indo para o trabalho. E esse número aumenta de forma rápida.

Uma nova pesquisa descobriu que os usuários de automóveis californianos podem estar sendo expostos a níveis acima do aceitável de produtos químicos que são prejudiciais à saúde em suas viagens de carro.

O novo estudo usou o tempo estimado de deslocamento se baseando nos dados do censo e usando medições de produtos químicos detectados nos estudos anteriores. Com isso, ele descobriu que o deslocamento de mais de 20 minutos coloca as pessoas em risco, com níveis inaceitavelmente altos de dois cancerígenos usados na fabricação dos carros.

Cheiro de carro novo

O característico cheiro de carro novo dá uma ideia do que está acontecendo. Os materiais suados para equipar os carros, como por exemplo, plásticos duros e macios, tecidos e espuma, tem alguns produtos químicos que podem vazar lentamente no ar.

“Esses produtos químicos são muito voláteis, movendo-se facilmente dos plásticos e têxteis para o ar que você respira”, disse o toxicologista ambiental David Volz, da Universidade da Califórnia em Riverside, co-autor do estudo.

Esses compostos voláteis podem se acumular em pequenos espaços, como por exemplo dentro de um carro. O novo estudo teve como objetivo estimar em que momento a exposição de uma pessoa a agentes cancerígenos conhecidos, provavelmente, ultrapassou os limites de segurança com base no tempo que as pessoas ficaram dentro dos carros. E também os níveis de cinco produtos químicos detectados dentro dos carros em estudos anteriores.

De acordo com a previsão dos pesquisadores, a exposição diária a dois dos cinco produtos químicos estudados, benzeno e formaldeído, possivelmente passaria dos níveis considerados seguros ou permitidos pelas autoridades de saúde da Califórnia. Essa probabilidade aumenta conforme o tempo que a pessoa fica dentro do carro se deslocando.

Estudo

Esses dois produtos químicos não são grandes incógnitas. O ponto novo do estudo é examinar o risco que esses produtos podem representar especificamente para os motoristas.

“Nosso estudo levanta preocupações sobre o risco potencial associado à inalação de benzeno e formaldeído para pessoas que passam uma quantidade significativa de tempo em seus veículos, uma questão que é especialmente pertinente para áreas congestionadas onde as pessoas têm viagens mais longas”, escreveram os autores.

“Como as pessoas com longas viagens são uma subpopulação já vulnerável, medidas adicionais podem precisar ser implementadas a fim de mitigar os riscos potenciais de câncer associados à exposição ao benzeno e ao formaldeído. Deve haver alternativas a esses produtos químicos para atingir os mesmos objetivos durante a fabricação de veículos. Nesse caso, eles devem ser usados”, concluíram os pesquisadores.

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