Os Estados Unidos são a nação mais poderosa do mundo. Tanto economicamente, quanto politicamente há décadas, mais especificamente desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O país, atualmente liderado por liderado por Barack Obama, está sempre coordenando ações diplomáticas, negociações ou mesmo declarando guerra contra aqueles que, de alguma maneira, se interpõe como inimigos do seu sistema democrático e neoliberal.

Mesmo com recentes crises internas, a hegemonia norte-americana no cenário mundial parece intacta. E aparentemente essa situação deve se prolongar. A menos que algo extraordinário ocorresse.

Mas, e se de repente, o mundo inteiro se voltasse conta os ianques? Será que eles conseguiram resistir a uma conspiração global com o objetivo de atacá-los? Quais países despontariam como possíveis líderes em uma conjuntura que não considerasse os Estados Unidos?

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Bem, os próprios militares norte-americanos já pensam sobre isso. E eles mesmos respondem a essa questão: os Estados Unidos provavelmente perderiam! Há várias nações com armamento bastante destrutivo, como Rússia, Irã, Coreia do Norte e até mesmo a China, que já desenvolve armas nucleares poderosas. Sem contar tal conchavo incluiria grupos terroristas, como o próprio Estado Islâmico, tornando o embate ainda mais violento e de desdobramentos ainda mais obscuros.

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Mas não podemos esquecer que os Estados Unidos é a maior potência bélica do mundo. Com equipamentos modernos, de proporções destrutivas inimagináveis. Além de Forças Armadas equipadas e muito bem treinadas. Ou seja, pode até ser que eles levassem a pior diante das demais nações, mas com certeza seria um conflito duríssimo, com terríveis consequência para a humanidade (ou o que restar dela).

Também haveriam desastrosas consequências econômicas. Os EUA são credores de vários países, inclusive do Brasil. Um recessão de pós-guerra nessa dimensão causaria uma verdadeiro colapso no mercado mundial, levando muitos países . É o que a História já registrou nas duas grandes guerras mundiais.

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Ainda bem que uma possibilidade de uma guerra como estas são extremamente remotos nas circunstâncias atuais. Pois é como diz o euforismo atribuído a Einstein: "Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus".

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Publicado em: 22/04/16 11h06