
Cientistas observaram que, desde 2005, não houve queda estatisticamente significativa na extensão do gelo ártico. Ou seja, o derretimento desacelerou de verdade! E, pasme, isso aconteceu mesmo com a gente emitindo carbono a rodo. Os pesquisadores têm pista do que rolou.
Segundo o estudo publicado na Geophysical Research Letters, a explicação está em variações naturais nas correntes oceânicas, especialmente nos oceanos Atlântico e Pacífico. Essas oscilações impediram que tanta água quente chegasse ao Ártico, dando uma respirada no ritmo de derretimento.
Só que não. Os próprios cientistas alertam: essa desaceleração é temporária. Nos próximos 5 a 10 anos, o derretimento pode voltar e ser até duas vezes mais acelerado do que era antes! Polêmico? Sim, mas a notícia boa é que perceberam isso a tempo de agir.
Fonte: The Guardian






