Existem diversos estudos que relacionam a água com a transmissão de cargas elétricas, propriedades químicas (como na homeopatia) e até mesmo pensamentos.

Uma das pesquisas na área é a da fotógrafa Rose-Lynn Fischer, que decidiu analisar num microscópio lágrimas de diferentes origens. Ocasionadas por cortar cebola, tristeza, alegria ou lubrificação (as chamadas lágrimas basais, que nosso corpo produz, por exemplo, quando ficamos muito tempo na frente de uma tela e os olhos secam) produzem diferentes efeitos a nível invisível para nossos olhos, mas gritantes no microscópio.

Pra facilitar o entendimento. Confira você mesmo as fotos:

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[caption id="attachment_716" align="aligncenter" width="345"]Lágrimas basais lágrimas basais[/caption]

[caption id="attachment_717" align="alignnone" width="338"] Lágrimas de alegria em um momento liminar[/caption]

[caption id="attachment_718" align="alignnone" width="450"] Lágrimas quando a cebola te faz lacrimejar[/caption]

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[caption id="attachment_719" align="alignnone" width="450"] Lágrimas de esperança[/caption]

[caption id="attachment_720" align="alignnone" width="338"] Lágrimas de lembrança[/caption]

[caption id="attachment_721" align="alignnone" width="338"] Lágrimas de rir até chorar[/caption]

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[caption id="attachment_722" align="alignnone" width="450"] E a que todos estavam esperando, a da tristeza[/caption]

Impressionante como realmente é possível ver esses estados nas formações. Quanto mais melancólica, aparentemente mais geométrica e com menos movimento é a camada de padrões formada. Será que a água realmente é capaz de armazenar memórias e sentimentos, ou os registros são mero acaso? Seja qual for a resposta, a produção visual é encantadora, assim como a criatividade na elaboração do tema.

Publicado em: 28/11/14 20h45