
E se em vez de humanos flutuando na Estação Espacial, colocarmos robôs fazendo as tarefas mais perigosas? Pois é, essa ideia está cada vez mais próxima de virar realidade, graças à IA, inteligência artificial que aprende, se adapta e não sente saudade de casa.

Mandar gente pro espaço é caro e arriscado. Missões robóticas geralmente custam uma fração do preço de algo tripulado. O astrônomo Lord Martin Rees acredita que, com robôs cada vez mais avançados, “o argumento para enviar humanos está ficando cada vez mais fraco”, especialmente com recursos públicos limitados.
No espaço, os robôs já mostram serviço. Na Estação Espacial Internacional, temos o Astrobee: pequenos cubos voadores que ajudam na gestão de inventário e documentação de experimentos. Eles podem operar de forma autônoma ou ser controlados de longe e deixam os astronautas livres para tarefas mais complexas.

Mas calma: a história não é de substituição total. Cientistas como Kelly Weinersmith defendem o valor simbólico e científico da presença humana no espaço, que vai além de técnicas, é sobre inspirar gerações.
Além disso, robôs como o CIMON (Crew Interactive Mobile Companion) já funcionam como assistentes inteligentes, dando suporte aos astronautas durante experimentos e operações.
O futuro já está sendo construído e ele tem a forma de humanoide. A Índia, por exemplo, criou a Vyommitra (“amiga do espaço”), uma robô humanóide programada para ajudar em missões espaciais tripuladas e não tripuladas no programa Gaganyaan da ISRO.
Fonte: G1






