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Rosto pode indicar se homem é inteligente

POR A redação    EM Ciência e Tecnologia      03/08/14 às 14h58

A inteligência está na cara, pelo menos no caso dos homens. Um estudo, realizado pela Universidade de Charles, em Praga; constatou que certos atributos físicos, na face masculina, são capazes de indicar se a pessoa tem QI mais ou menos desenvolvido.

A conclusão surgiu a partir de uma pesquisa que envolveu 160 estudantes de ambos os sexos. Esse grupo precisava analisar fotografias de 80 rostos e classificá-los quanto à atratividade e a suposta inteligência que aparentavam. Depois dessa etapa, os cientistas compararam os as respostas dos participantes com as avaliações de QI que as pessoas das fotos haviam feito.

Conforme os coordenadores do estudo, o resultado foi mesmo impressionante. Somente olhando para os rostos nas fotografias, a maioria das pessoas que participou do estudo conseguiu identificar o nível de inteligência dos homens retratados. Mas o mesmo, misteriosamente, não ocorreu no caso das mulheres.

Os pesquisadores ainda não sabem dizer se com as mulheres não existe um padrão de características faciais que determinam esse fator ou se elas, simplesmente, são mais julgadas pela aparência física que pelo intelecto. Novos estudo nessa área serão desenvolvidos em breve.

Mas, voltando aos homens, os cientistas acreditam que esse julgamento do nível de inteligência masculina pode ser influenciado pelo jeito de olhar, pelos próprios olhos, pelos cabelos ou pela pele. Os estudiosos, então, desenharam os traços predominantes nos tipos de rostos considerados mais inteligentes (como você poderá conferir abaixo), mas eles ainda não acreditam que a forma da face seja responsável por esse efeito.

[caption id="attachment_5617" align="aligncenter" ]Imagem: History Imagem: History[/caption]

Quem é o jovem da imagem em destaque?

Smithsonian Magazine's 1st Annual Ingenuity Awards
O nome dele é Jack Andraka, que aos 13 anos perdeu seu tio para o câncer, nesse período ele decidiu se dedicar a estudar a doença, e descobriu que 85% dos casos de câncer no pâncreas só são detectados em um estágio muito avançado, nesse momento o paciente teria apenas 2% de chance de cura. Além disso, o método utilizado era ultrapassado (a mesma técnica há 60 anos), caro ($ 800,00 por exame) e incerto (não detectava 30% dos cânceres de pâncreas).

Ele continuou se dedicando e estudando, dois anos depois, conseguiu criar um sensor de papel que detecta não só o câncer de pâncreas como também é eficiente no diagnóstico de outras doenças infecciosas, como salmonela, E. coli, rotavírus, aids, e doenças sexualmente transmissíveis.

O método criado por Jack custa três centavos e o resultado sai em cinco minutos. Isso o torna 168 vezes mais rápido, mais de 26.000 vezes mais barato e mais de 400 vezes mais sensível que o padrão atual de detecção do câncer de pâncreas.

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