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Você usou Band-aid errado a vida inteira

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Pelo menos uma vez na vida todo mundo já cortou o dedo com uma folha de papel, aqueles “cortesinhos” pequenos e doloridos, que demoram dias e dias para cicatriz. Não existe um método rápido e eficaz para que esses cortes se fechem do dia para a noite, infelizmente. Então, para proteger o machucado usamos um curativo adesivo, que possui uma parte “fofinha” para tapar o ferimento.

Esse curativo é popularmente conhecido como band-aid e, aparentemente, não existe outro nome pelo qual o podemos chamar. Quando vamos a uma farmácia ou supermercado e compramos uma caixa desses curativos eles vem num formato padrão que, provavelmente, todo mundo conhece. Mas, será que todo mundo sabe como usar esse curativo da melhor forma possível? Ou da mais eficiente?

A probabilidade de poucas pessoas saberem como utilizar é pequena. Por isso, nada melhor do que japoneses para nos ensinarem técnicas infalíveis para fazer o melhor proveito de vários aparatos. Nesse caso, o band-aid. No vídeo que você verá a baixo, essa moça ensina como devemos usar esse curativo para que seja o mais eficaz possível. Confira:

No vídeo, ela explica que, primeiro devemos fazer pequenos cortes nas pontas do band-aid, as dividindo ao meio. Depois, colocar a parte “fofinha” sobre o machucado, sem colar o curativo na pele. Então, as duas laterais superiores devem ser coladas para baixo, formando um X. E o mesmo deve ser feito de baixo para cima, também formando um X. Isso fará com que o band-aid fique firme, sem escorregar ou sair com água.

Na segunda parte do vídeo ela explica como o curativo deve ser colado na pele no caso de o corte estar sob uma dobra do dedo. O procedimento é basicamente o mesmo. Corte as duas laterais do band-aid horizontalmente, o dividindo ao meio. Coloque a parte fofinha em cima do machucado. Então, as abas laterais devem ser presas também no formato de X, dessa vez para cima, enquanto as abas inferiores devem ser coladas em formato de X, só que para baixo. Deixando a dobra do dedo livre, sem prejudicar o movimento e impedindo que o band-aid descole facilmente ou enrole.

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No começo da matéria falamos sobre o nome “band-aid”, que a probabilidade de sabermos como chamar esses curativos por outro nome é mínima. A questão é que se trata de uma “bandagem adesiva”, simples assim. Mas, como surgiram essas bandagens? Foi no ano de 1920, mais ou menos, quando Earle Dickson e sua dedicada esposa, Josephine Knight moravam na cidade de New Brunswick, em Nova Jersey.

Earle era um comprador de algodão da fábrica Johnson & Johnson que, quando chegava em casa, o jantar já estava à mesa e sua esposa, cheia de cortes nas mãos, por conta das tarefas domésticas. Por conta disso, depois de tanto fazer curativos em Josephine, Earle teve a ideia de deixar bandagens prontas em casa, para que a esposa pudesse se tratar sozinha. Essas bandagens consistiam em tiras de gazes, algodão e creolina colados em tiras adesivas.

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Mais tarde, ele se tornou vice-presidente da empresa Johnson & Johnson, cargo que ocupou até sua aposentadoria em 1957. Então, ele contou ao seu chefe sobre o invento que teria simplificado sua vida e a de sua esposa. Além de ter tido a sorte dessa criação não ter saído de sua casa, seu chefe James Wood Johnson, decidiu que valeria a pena produzir esse produto em massa. Dito e feito.

O nome do produto vem de: band, que significa faixa e aid, que significa ajuda/socorro, ambas palavras em inglês. Essa invenção deu tão certo que atualmente, não conseguimos dar outro nome para esse curativo. E, em todo o mundo, as pessoas sabem do que se trata um “band-aid”.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Vocês já conheciam essa técnica de utilizar o band-aid? Encontraram algum erro na matéria? Ficaram com alguma dúvida? Possuem alguma sugestão? Não se esqueçam de comentar com a gente!

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