
O filósofo alemão Friedrich Nietzsche disse que “sempre há algo de loucura no amor, mas sempre há algo de razão na loucura”. O amor é, de fato, um sentimento capaz de nos levar à loucura. A sensação, pelo menos no começo da paixão, dá as pessoas sentimentos complexos, medo e insegurança. Mas também é capaz de fazer sonhar, ser um bom motivo para continuar a vida, para sorrir e ser otimista. E existem linguagens de amor para mostrar e receber afeto.
Esse conceito de linguagens do amor foi criado por Gary Chapman, um conselheiro matrimonial e autor do livro best-seller “The 5 Love Languages: The Secret to Love That Lasts”, “As cinco linguagens do amor: o segredo para um amor duradouro” traduzido.
Através das suas décadas de experiência, o conselheiro pode identificar cinco linguagens primárias de amor. Foram elas: palavras de afirmação, atos de serviço, presentes, tempo de qualidade e toque físico. Todas elas ajudam os casais a compreender e conseguir atender as necessidades emocionais um do outro. Dessa forma se cria um senso de conexão e pertencimento.
As linguagens de amor aparecem de forma natural através das experiências que são compartilhadas e do entendimento mútuo, o que coloca uma profundidade maior no relacionamento.

Conversações
1 – Paciência no meio do caos
Toda relação tem seus momentos de imprevisibilidade e estresse, e uma das formas mais subestimadas de expressar o amor é através da paciência nos momentos de caos. Isso mostra uma empatia e apoio bem grandes do parceiro.
Essa linguagem de amor não tem relação com grandes gestos, mas sim com a habilidade de dar espaço para o outro, sem nenhuma impaciência ou frustração. Ela é uma forma de lembrar constantemente que o parceiro é amado por ser quem ele é, até mesmo nos momentos em que as coisas não estão bem.
2 – Um validar o valor do outro
A vida pode acabar soterrando as pessoas e as enchendo de dúvidas. Nesse momento, uma das linguagens de amor pode ser a única que lembra elas do seu valor. Nesse momento é necessário falar “Gostaria que você pudesse ver através dos meus olhos o quão linda, corajosa e digna você é”.
Isso pode parecer uma validação simples, mas ela é bastante profunda e tem o poder de aliviar o peso da dúvida. Além de também reforçar o valor inerente que o parceiro tem, lhe dando força e segurança nos momentos em que ele precisa.
3 – Atos pequenos, porém essenciais
Dentre as linguagens de amor, uma bem simples, mas que mostra uma atenção é garantir que as necessidades básicas do seu parceiro sejam atendidas. Por exemplo, perguntar se o outro comeu, fazer alguma coisa para ele comer ou lembrar a pessoa de fazer uma pausa em algum trabalho. Mesmo que essas coisas pareçam ser simples, elas mostram o cuidado com o bem-estar do outro.
Quando essas coisas são feitas no dia a dia, elas trazem uma ideia de amor eterno. No começo, as pessoas podem nem perceber, mas com o passar do tempo esses gestos acabam formando uma base de segurança e confiança. E faz com que a pessoa sinta muita falta se eles deixam de acontecer.
4 – Trabalhar o autocrescimento
Das formas de amor, uma das mais maduras é quando as pessoas trabalham de forma ativa em si mesmas para não deixar que seus desafios sobrecarreguem o relacionamento. Esse tipo de linguagem de amor pode envolver assumir responsabilidade pelo próprio crescimento; conseguir gerenciar problemas não resolvidos; e dar sua melhor versão para a relação.
Ter o autocrescimento como uma linguagem de amor é reconhecer que, mesmo que todas as pessoas tenham bagagem, conseguir escolher de forma consciente lidar com ela pode refletir no comprometimento consigo mesmo e com o relacionamento.
Fonte: Forbes
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