
Alguns casais se tornaram inesquecíveis no cinema. Quem não se lembra do romance de Jack e Rose a bordo do Titanic? Ou até mesmo da teimosia de Han Solo e Princesa Leia para admitirem seus sentimentos um pelo outro? Atualmente, nos filmes de herói é a coisa mais adorável do mundo ver Tony Stark, o poderoso Homem de Ferro, se tornar um amorzinho ao lado de Pepper Potts.
Por outro lado, alguns casais completamente desnecessários deixaram uma lembrança negativa e um sentimento de “esse filme seria melhor sem o romance desses dois”. Confira alguns dos shipps do cinema que não deveriam nem existir.

Romances “proibidos” sempre parecem uma boa ideia no cinema, mas não são. Cher e Josh são bizarros por vários motivos. Em primeiro lugar, ele é muito velho para ela: a garota é uma estudante do Ensino Médio e só tem 16 anos. Mesmo que ela se sinta atraída por homens mais velhos, alguém mais velho deveria ter a noção de que ela é muito nova. Além disso, Josh é basicamente meio irmão dela. Mesmo que não existam laços sanguíneos, eles são tratados como família.
Zero química nesse casal do Universo Cinematográfico da Marvel. Talvez isso ocorra pelo fato de a dupla não ter tempo para desenvolver o romance durante os acontecimentos do filme. Ou será que a culpa foi da atriz Natalie Portman e outra pessoa poderia desenvolver um papel melhor? Alguém pede para Tony Stark e Pepper Potts passarem a dica do que é um casal de verdade nos filmes de herói.
O problema dos casais não é exclusividade da Marvel. A DC tem muito o que consertar na representação de Arlequina por conta de seu relacionamento com Coringa em Esquadrão Suicida. Por mais que esse vilão da DC seja importante para a construção inicial da personagem, a romantização do relacionamento abusivo impede um desenvolvimento mais interessante da personagem e é um péssimo modelo a ser mostrado para as fãs mais jovens dos filmes do Universo Estendido da DC. Tomara que desenvolvam logo um relacionamento dessa moça com Pistoleiro ou Hera Venenosa…
Por que Esmeralda foi par romântico de Capitão Phoebus? A Disney mudou muito a história original para que a moça tivesse um romance com um bonitão. No livro, Esmeralda é executada e Capitão Phoebus não liga tanto para isso e se casa com outra mulher. Se era tão necessário assim que ela tivesse um par romântico, por quê não juntar Esmeralda e Quasimodo mostrando que esses dois personagens marginalizados podiam ser felizes juntos sem ligar para estereótipos de beleza?
Uma mulher esforçada em sua carreira deveria ter um parceiro que a apoiasse mais. Andy já comia o pão que o diabo amassou com as exigências de sua chefe, e Nate tornava tudo ainda mais difícil com suas reclamações e falta de compreensão. Ninguém merece um parceiro que despreza os seus esforços seja para se vestir melhor ou para ter sucesso no trabalho.
Tudo bem que o romance de Bianca e Cameron foi necessário para que o verdadeiro casal do filme tivesse motivos para se encontrar. Mas toda a história desses dois se baseia num falso amor por uma expectativa criada em cima de uma garota que Cameron nunca nem conversou. O garoto acredita que Bianca é perfeita pelo simples fato de que ela é bonita. Ainda bem que no final os dois aprenderam uma lição com seus erros.
Enquanto Will Turner e Elizabeth Swan formaram um casal de forma espontânea, Henry Turner e Carina são o oposto. Durante todo o filme, várias piadinhas são feitas pelos piratas a fim de sugerir que essa dupla é um casal. Nada de química, nada de desenvolvimento juntos durante as horas do longa-metragem. Na cena final, eles simplesmente se tornam um casal e pronto. Sinceramente? Com toda a independência e força que Carina demonstra durante a aventura, ela simplesmente não precisava de um par romântico.
E aí? Você gosta de algum desses casais? Qual outro par você acha que não deveria existir nos cinemas? Conta pra gente nos comentários!

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