7 coisas insanas que acontecem com os presos que vão para o corredor da morte

POR Isabela Ferreira    EM Curiosidades      08/05/18 às 18h20

Embora a pena de morte seja um assunto ainda cheio de tabus e que não faz parte de nossa realidade, alguns estados e nações pelo mundo adotam o sistema. Nesses lugares, após uma pessoa cometer um crime de intensa gravidade, ela é submetida a julgamento, como em qualquer outro país. No entanto, o Estado pode intervir e condená-la à morte, como a mais severa punição para a infração cometida.

No entanto, a sentença não é cumprida de forma imediata. Na maioria das vezes, o preso ainda passa anos no que é conhecido como corredor da morte, que nada mais é do que um amontoado de celas onde os que ali estão presentes, podem passar seus últimos dias de vida. A morte mais comum é aquela aplicada através da injeção letal. Apesar disso, alguns locais ainda adotam a cadeira elétrica, por exemplo. Certo, mas o que acontece com o preso condenado a uma injeção dessas, após passar pelo corredor da morte?

1 - Os prisioneiros são amarrados em uma cama

No caso das injeções letais, a primeira coisa que o prisioneiro do corredor da morte é obrigado a enfrentar, é a sensação de ser amarrado a uma cama... Algo que na verdade, mais se parece com uma maca. O procedimento é feito para evitar que ele reaja negativamente ao que ainda está por vir. Caso isso pudesse acontecer, a dor poderia ser muito mais intensa e colocar em risco até mesmo a vida daqueles que estão conduzindo o processo.

2 - Injeção que afeta o sistema nervoso

Assim que é amarrado, o prisioneiro do corredor da morte precisa encarar injeções com doses de midazolam. Esta é uma droga que age rapidamente no corpo humano, afetando a atividade do sistema nervoso central. A intenção não é entorpecer os nervos do preso, mas sim colocá-lo rapidamente em um estado de inconsciência. Pelo menos teoricamente, isso é o suficiente para ajudá-lo a não sentir dor nas etapas seguintes. Para isso, é preciso que seja administrado de forma específica para o preso.

3 - Indução à paralisia muscular

Em seguida, o preso precisa ser submetido a doses de brometo de pancurônio. A substância atua como um "bloqueador neuromuscular". Dessa forma, a comunicação entre os nervos e músculos é impedida. Como resultado, a pessoa apresenta uma completa paralisia muscular, incluindo a parada do diafragma... Forçando que a pessoa pare de respirar.

4 - O coração é impedido de bater

Após isso, uma injeção salina é a última a ser ministrada, com cloreto de potássio. Ele inunda o coração do preso com algumas partículas carregadas, interrompendo a sinalização elétrica do órgão, fazendo com que ele simplesmente deixe de funcionar.

5 - Oito minutos e quarenta segundos até a morte

Em um procedimento em que o preso opta pela injeção letal, a morte pode demorar até 8 minutos e 40 segundos para se concretizar, segundo o que relata o Journal of Forensic Science. Uma pesquisa foi realizada no ano de 2002 para chegar a tal conclusão, acompanhando prisioneiros do corredor da morte.

6 - Por vezes, pessoas inexperientes ministram os procedimentos

Normalmente, médicos não podem participar deste tipo de procedimento, uma vez que viola seus votos de ética. Isso acaba sendo um problema para os estados e países que tem a pena de morte autorizada. Por vezes, as injeções acabam sendo ministradas por pessoas que não tem experiência alguma, e que apenas a adquirem por meio da prática. Até que aprenda como realmente se faz, muitos presos podem sofrer bastante.

7 - Erros realmente acontecem

Pois é, nesses casos, não é difícil que algo dê errado. Mesmo quando o profissional já possui prática há riscos de que algo não saia conforme o planejado. Se uma veia é perdida ou a agulha entope, o detento do corredor da morte sente uma dor inexplicável, como se estivesse queimando por dentro. O fim será o mesmo, mas envolto de extrema agonia. Por isso é tão importante ter todo o cuidado do mundo.

E então pessoal, o que acharam? Compartilhem suas ideias com a gente aí pelos comentários!

Isabela Ferreira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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