
O nosso cérebro é um órgão do sistema nervoso central essencial para o funcionamento do corpo. Com uma forma que lembra bastante o miolo de uma noz, ele possui massa de tecido cinza-rósea com duas substâncias, a branca, na região central, e uma cinzenta, da qual se forma o córtex cerebral. Está ligado com a inteligência, linguagem, consciência, memória e vários outros fatores. Também é capaz de processar as informações do sentido juntamente a outras estruturas do encéfalo.
Nosso órgão principal do sistema nervoso é dividido em dois hemisférios, esquerdo e direito. O hemisfério dominante em 98% dos humanos é o hemisfério esquerdo, é responsável pelo pensamento lógico e competência comunicativa. Já o hemisfério direito é quem cuida do pensamento simbólico e da criatividade. Em casos de canhotos as funções destinadas aos hemisférios são trocadas. Além dos hemisférios, o cérebro é formado por mais dois componentes: o cerebelo e o tronco cerebral. O primeiro o coordenador geral da motricidade, da manutenção do equilíbrio e da postura corporal.
Até 1998, acreditava-se que as células nervosas não se recuperavam. Mas em alguns estudos cientistas descobriram experimentalmente que, mesmo em adultos, novas células podem aparecer. Eles também descobriram que o motivo da redução de nossas capacidades mentais não é a morte das células, mas a perda de sua plasticidade. Ou seja, se o cérebro faz tarefas de rotina enfraquece e a conexão entre os neurônios diminui. Em todo esse estudo, o neurocientista Lawrence Kats e Menning Rubin desenvolveram a neurobicidade. Um complexo de exercício não padronizados que quebra o curso habitual de suas ações. Isso acrescenta novidade e portanto exercita nosso cérebro. Confira alguns deles:
Comer, escovar os dentes, abrir garrafas, e várias outras atividades, quando são feitas com a mão menos habilidosa são ótimas pois assim fazemos uso do hemisfério oposto. Assim expandimos as áreas do córtex cerebral e treinamos o cérebro.
Quando deixamos de utilizar algum dos nossos sentidos, todos os outros se tornam mais sensíveis a pequenos detalhes. Portanto, suas mãos podem notar o que seus olhos não podem ver. Esse exercício pode ser ótimo para a memória. Será que você consegue usar apenas um dos sentidos? Por exemplo, tenta lavar alguns pratos de olhos fechados. Será uma experiência no mínimo hilária.
Quando você se depara com objetos virados para baixo, seu cérebro não entende imediatamente o que são. Ele se esforça para conectar a informação com os hemisférios para reconhecer a cor, forma e tamanho. Esse exercício não é nada relaxante, mas também não é necessário muito esforço.
Reorganizar a casa não é apenas uma função que nossa mãe nos designa, pode ser um exercício benéfico para as células cerebrais. Além de melhorar a memória e o humor. Coloque a cama em outro lugar, a mesa de cabeceira, mude as pinturas um por outro, leve o vaso para outro quarto.
Quando você está em um ambiente desconhecidos, nosso cérebro irá receber novas impressões e a experiência que você precisa. Esse exercício também desenvolve criatividade, e fará você ver novas pessoas, uma nova sala ou algum objeto de uma forma incomum.
Já pensou em fazer isso? Assistir televisão ou até mesmo um vídeo sem som. tenta adivinhar o que as pessoas estavam falando ou o monólogo e veja a história. Pode ser muito divertido fazer esse exercício com amigos em volta, fazendo um jogo de adivinhação.
Escolha um lugar confortável e tente retratá-lo da melhor forma possível por uma pintura. Mas tudo nos mínimos detalhes. Clima, gente, localização, não se esqueça de nada. Pode ser um pouco abstrato, o principal foco aqui é transmitir as associações.
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