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7 maiores mistérios que você só descobriria se visitasse a Sibéria

POR Isabela Ferreira    EM Mundo Afora      22/11/17 às 11h04

A Sibéria compreende uma vasta região ao norte da Ásia, especificamente, na Rússia e no norte do Cazaquistão. Toda aquela enorme extensão territorial também é cercada por segredos, mistérios e enigmas. Embora suas condições climáticas sejam extremas em determinadas temporadas, há alguns milênios humanos já viveram entre suas montanhas e lagos.

A questão é que ainda temos pouco conhecimento sobre as antigas civilizações que habitaram a região. Os permafrosts da Sibéria guardam inúmeros vestígios culturais, túmulos e até mesmo DNA desconhecido. São coisas que podemos conhecer de verdade apenas visitando a região. Pensando nisso, nós aqui da Fatos Desconhecidos separamos abaixo os 7 maiores mistérios que você só descobriria se visitasse a Sibéria. Confere aí!

1 - Dragões da Sibéria

A mitologia que envolve os dragões tem em sua grande parte, origem na China. Mas pelo visto, não são todas que saíram de lá. Em meados da década de 19070, enquanto Sergei Fefelov arava os campos de sua fazenda, acabou encontrando algo extremamente simbólico: 8 fivelas com forma de dragão. Depois de analisadas, a conclusão é que elas tenham cerca de 2 mil anos. Essa certamente foi uma grande descoberta, fazendo com que os dragões fossem incluídos na mitologia da Sibéria.

Um estudo ainda mais aprofundado declarou que as fivelas são únicas e podem ter servido como talismãs para a população local da época, como forma de proteção para evitar perigos. No entanto, ainda são vistas como um mistério. Como são únicas, a única forma de você vê-las, a não ser por imagens da internet, seria visitando a Sibéria.

2 - Enterros com cobre

Ao norte da Rússia foram encontrados fósseis que provavelmente foram enterrados de acordo com uma cultura que remonta ao século 8. No ano de 1997, foi descoberta uma necrópole em uma região próxima à Sibéria. Já neste ano, um cemitério da região foi o responsável por produzir 2 cadáveres enterrados de forma bastante estranha. Cada um tinha sua própria sepultura, mas estavam lado a lado. Tratava-se de um adulto e de um bebê.

Ambos pareciam estar mumificados e enquanto o bebê foi manchado com detritos de cobre, o adulto tinha anéis de cobre em volta de seu corpo. Estima-se que eles tenham mais de 1.300 anos, no entanto, o gênero dos fósseis ainda não foi descoberto. De qualquer forma, eles ainda podem ajudar os pesquisadores a entender como ocorreu a migração humana para o norte da Rússia. Apenas visitando a Sibéria para se deparar com pessoas contando casos do tipo!

3 - Presença incomum de cães

Grande parte das aldeias pré-históricas localizadas na Sibéria possuíam apenas uma média de 10 cães. Desta forma, os arqueólogos levaram um susto ao localizar fósseis de mais de 115 cães em uma única aldeia. Depois de analisar os restos mortais encontrados, descobriram que eles se pareciam muito com aqueles cães que puxam trenós, no entanto, pouco menores.

Tudo indica que os aldeões estavam reunindo cães para, na pior das hipóteses, servirem de sacrifício e alimento. Foram encontrados restos de trenós na região, portanto, pode provar que as pessoas estavam realmente os reunindo. Também foram encontrados restos mortais de cachorro com algo que parecia açúcar. Um suposto ritual, também envolveu o empilhamento de 15 crânios do animal. Fato registrado apenas na Sibéria.

4 - DNA de garoto liga Europa e América

Os nativos americanos possuíram antepassados asiáticos que, provavelmente, deixaram a Sibéria ainda na Era do Gelo. Por muitos anos pesquisadores embarcam na missão de descobrir mais sobre as migrações e sobre quando esses grupos acabaram se unindo. Foi no ano de 2013 que o DNA do corpo um menino encontrado enterrado próximo ao rio Belaya, foi sequenciado. Estima-se que o corpo tenha 24 mil anos.

Após análises do genoma do menino, pesquisadores sugeriram que um grupo de europeus tenha doado um terço de seus genomas aos nativos americanos. O curioso é que no DNA não foram encontrados traços asiáticos e atualmente, os "parentes genéticos" mais próximos dos americanos nativos, são exatamente os coreanos, japoneses e chineses. Estima-se então, que tenham se misturado apenas depois da morte da criança.

5 - Tundra de Explosão

No ano de 2016, cientistas perceberam que algo bizarro acontecia na Bely Island. As terras do local começavam a se armar e pouco depois, explodiam. O fenômeno passou a acontecer por toda a Sibéria... Essas explosões transformavam pequenos poços em crateras gigantes. Mais tarde, foram encontradas cerca de 7 mil buracos, o que fez a situação se tornar um grande risco para a população. Então, pesquisadores decidiram agir. Abriram alguns desses poços e algo surpreendente aconteceu.

Depois de se quebrarem, esses buracos liberam metano e dióxido de carbono. Eles ainda são um verdadeiro mistério, mas é possível que a geologia da tundra tenha relação com esses acontecimentos. Apenas visitando a Sibéria para presenciar este que ainda é um de seus maiores enigmas.

6 - Galeria Kara-Turug

Existe em uma região próxima à Sibéria uma "colaboração" feita por civilizações que viveram na região em diferentes períodos da história. Há mais de 4 mil anos, os povos tem o costume de decorar montanhas do local. De certa forma, acredita-se que um povo foi inspirando o outro a adicionar pinturas rupestres por ali. Variam da Idade do Bronze até a era medieval. São cerca de 500 desenhos.

Os primeiros deles podem mudar a velha crença de que os siberianos da Era do Gelo eram exclusivamente nômades. Tudo isso porque as pinturas também representavam espécies de casas e cenas domésticas. Se você ficou curioso e pretende ver as montanhas, visite o local!

7 - Ilha das Ruínas

Foi no ano de 1891 que uma ilha de ruínas foi descoberta bem no meio de um lago da Sibéria. Possui cerca de 3,5 hectares e está dentro de paredes com cerca de 10 metros de altura. Chamada de Por-Bajin, é um dos maiores mistérios de toda a Rússia. Ninguém sabe dizer quem construiu e nem porque escolheram o meio do lago, longe de tudo. Apenas estimam que ele tenha cerca de 1.300 anos e poderia ter servido como um forte em determinado período.

No entanto, não tinha nem mesmo um sistema de aquecimento. Observando o design dos edifícios internos, pode-se julgar que ali havia presença de chineses. Sua arquitetura é bastante parecida com palácios da Dinastia T'ang. Apesar de informações do tipo, ainda é pouco para definir exatamente o que foi o local um dia.

E então pessoal, o que acharam? Deu vontade visitar a Sibéria e conhecer um pouquinho mais de seus mistérios? Compartilhem suas ideias com a gente aí pelos comentários!

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Isabela Ferreira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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