É sempre recomendado fazer sexo com preservativo, pois o número de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) só aumenta. Não é necessário um toque intenso para estar exposto a esse risco. Embora seja algo simples de ser evitado, muitas pessoas tomam outras decisões para "combater". Em 1564, Gabriello Fallopio publicou um estudo sobre sua invenção. Tratava-se de bainhas de linho embebidas em solução química e secas rapidamente. Esse foi o primeiro preservativo masculino da história. Essa invenção foi bastante inovadora, embora fosse desconfortável e precisasse ser presa por uma fita no topo. Após a invenção. Fallopio distribuiu o preservativo para 1.100 homens para testar sua eficácia.

No final do experimento, nenhum deles havia contraído sífilis. Foi aí que o uso aumentou a fim de se prevenir das DSTs. A partir daí, o uso dos preservativos só aumentou, mas nem todos optam por essa proteção na hora da relação sexual. Há pessoas que usam ou usaram outros métodos para se defenderem e tratarem as DSTs. Confira conosco algumas maneiras que os povos do passado usavam. Sem mais delongas, vamos lá.

Maneiras que os povos do passado tratavam DSTs

1 - Plantas que causam diarreia

Embora a sífilis tenha surgido na América do Norte, os europeus ficaram desesperados com isso. Como resultado, eles procuraram tratamento em plantas. Segundo eles, as DSTs eram o resultado de contato sexual impuro. Portanto, os órgãos genitais precisavam ser limpos. Eles faziam isso com o uso de diaforéticos e laxantes. Ervas como guaiac, salsaparrilha e sassafrás eram usadas com frequência. Isso não curava as doenças e ainda desidratava as pessoas.

2 - Cauterização de feridas de herpes

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Em  Roma, nos tempos antigos, o escritor Aulus Cornelius Celsus foi a primeira pessoa a falar sobre as bolhas de herpes em um livro. Ele ainda escreveu que a doença deveria ser tratada cauterizando as feridas, com um ferro em brasa. Esse era o processo usado para marcar animais. Até hoje, algumas pessoas tentam curar as feridas da herpes com álcool e iodo. Isso não afeta em nada o vírus, apenas danifica a pele.

3 - Bater no pênis

Os tratamentos antigos eram bastante bizarros. Na França medieval, para tratar a gonorreia, os homens costumavam bater o pênis entre dois objetos pesados, como um livro e uma mesa, por exemplo. Era um método bastante radical e sem o retorno que esperavam.

4 - Comprimidos de mercúrio

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Pessoas do passado costumavam tomar um comprimido de mercúrio para tratar as DSTs. Isso começou na Turquia, mas rapidamente se tornou popular em toda a Europa. É bastante perigoso, pois altas doses de mercúrio causam envenenamento em quem toma. Muitas pessoas que tomavam para curar a sífilis acabavam ficando com sífilis e envenenadas.

5 - Banhos de suor

Por séculos, os banhos de suor têm sido usados medicinalmente. Eles podem ajudar a combater as dores da artrite, da asma e do estresse. No entanto, não causam efeitos nas DSTs. Hoje sabemos isso, mas, no passado, as pessoas pensavam totalmente contrário. Eles combinavam esses banhos com pomadas de mercúrio.

6 - Halterofilismo

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O médico grego antigo Soranus de Éfeso viu a gonorreia como um tipo de problema de controle da bexiga. Com isso, ele decidiu treinar a resistência do corpo para isso. Ele prescreveu seus pacientes com pesos de ligação feitos de chumbo. Esses eram usados no corpo. Era uma versão antiga dos pesos dos tornozelos. Isso fortalecia o corpo, inclusive o pênis.

7 - Injeção de Prata

Em Paris, costumavam aplicar prata líquida no canal urinário, para interromper as DSTs. Era usado como o mercúrio. Para combater esse problema, o governo dos Estados Unidos emitiu alguns kits para os soldados na Primeira Guerra Mundial. Os kits também contavam com injeções de mercúrio, que eram aplicadas após o soldado ser infectado. Era algo bizarro.

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Publicado em: 31/01/20 18h39