7 tecnologias que copiamos da natureza

POR A redação    EM Ciência e Tecnologia      30/06/15 às 17h30

Não há nenhuma espécie animais mais criativa e inteligente que o ser humano. Ao longo de inúmeros séculos conseguimos inventar maravilhas capazes de facilitar nossas vida e de nos aproximar dos céus, da água e até mesmo do que existe fora de nosso planta.

Mas, nem tudo o que criamos pode ser atribuído, exclusivamente, à nossa capacidade de criação. Isso porque - como vamos mostrar na matéria abaixo - muitas das novidades tecnológicas que temos hoje são, literalmente, plagiadas da natureza.

Conheça alguns exemplos disso:

1. Minhocas: Tuneladoras

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Por mais que você não tenha ligado uma coisa com a outra, a verdade é que as tuneladoras - máquinas usadas nas escavações de túneis - são essencialmente uma cópia mecânica das minhocas. Assim como esse invertebrado, as máquinas são projetados perfurar o solo e expulsar a tela para o outro lado, sempre puxando-se para a frente para deixar um túnel atrás.

2. Pele de tubarão: trajes de natação Olímpica

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Embora pareça lisa, a pele de tubarão é composta de inúmeras escalas sobrepostas. As ranhuras formadas por essas pequenas partes facilitam a passagem da água pelo do corpo do tubarão, reduzindo o atrito e fazendo com que o bicho se desloque mais rápido. Os trajes profissionais dos nadadores são feitos para imitar essa textura da pele dos tubarões, a fim de melhorar a velocidade do nado.

3. Peixes-cofre: Carro biônico

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Aerodinâmica, segurança, espaço e consciência ecológica são alguns atributos que fazem um carro fazer sucesso no mercado, além do luxo de seu design, não é verdade? Procurando uma maneira de criar um carro que reunisse todas essas coisas ao mesmo tempo, os engenheiros da Mercedes-Benz se inspiraram nos peixes-cofre.

Embora esse tipo de peixes pareçam desajeitado à primeira vista, esses bichinhos evoluíram em forma e em comportamento, se tornando incrivelmente eficientes na água. Aliás, o modelo de carro que surgiu como resultado desta experiência foi elogiado por sua estrutura leve e inteligente e, especialmente, pela aerodinâmica soberba.

4. Barbatanas das baleias jubarte: Lâminas de turbinas

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As baleias jubarte podem pesar até 45 toneladas, mas deslizam pela água com uma agilidade surpreendente. Essa eficiência toda, segundo os especialistas, é proporcionada pelas ondulações das barbatanas, que fazem o "serviço pesado" na hora do deslocamento. Assim, ao colocar ondulações semelhantes nas turbinas aeólicas e nas pás do helicóptero, os engenheiros descobriram que podiam aumentar a geração de energia, reduzindo o atrito e o ruído.

5. Bolhas de sabão: Centro Aquático Nacional de Pequim

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Você sabia que o design exclusivo do Centro Aquático Nacional de Pequim, construído para os Jogos Olímpicos de 2008, foi inspirado em bolhas de sabão comuns? Isso porque, segundo os especialistas, a estrutura de uma bolha de sabão ideal consiste em poliedros de 14 lados, respondendo a seis quadrados e oito hexágonos equiláteros. Esta forma, como chegaram à
conclusão, é incrivelmente eficiente, estável e perfeita para difundir a luz, detalhe que foi particularmente importante para destacar espetaculares efeitos de iluminação do evento.

6. Patas de lagartixas: Adesivos resistentes

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Alguma vez você já se perguntou como as lagartixas correrem em linha reta por paredes e ate mesmo pelo teto sem deslizar? Acontece que as patinhas desses bichos são cobertos de milhões cerdas, uma espécie de pelo, que permitem a esses bichos ficar colados. Essa aderência só falha quando elas mudam de direção de uma forma brusca.

A descoberta do segredo das lagartixas, levou à criação de adesivos poderosos (Geckskin), capazes de sustentar pesos consideráveis superfícies lisas, como vidros. Mas eles também podem ser retirados do lugar facilmente e não deixam resíduos de suas colas.

7. Vagalumes: Lâmpadas de LED

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Apesar de pequenos, os vagalumes são capazes de projetar uma luz poderosa. O segredo para todos esse "talento" está na anatomia do bichinho: eles possuem uma espécie de balanças irregulares no abdômen, que ajudam a ampliar a uz. Cientistas recriaram essas escalas nas conhecidas lâmpadas de LED, aumentando o brilho em até 55%, se comparadas às lâmpadas comuns.

A redação
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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