
Geralmente as pessoas veem as árvores como um bom lugar para fazer sombra e, às vezes, render alguns frutos para consumir. No entanto, elas são muito mais do que isso e algumas tem uma importância ainda maior por conta das suas características. Como por exemplo, a árvore mais alta do mundo, com mais de 116 metros de altura, que está no Parque Nacional de Redwood, na Califórnia, EUA.
A sequoia Hyperion é um verdadeiro símbolo de como a natureza é grande e ao mesmo tempo traz todos os desafios para ser preservada e o impacto que a curiosidade humana pode ter nessa verdadeira relíquia.
No dia 25 de agosto de 2006 a árvore mais alta do mundo foi descoberta pelos naturalistas Chris Atkins e Michael Taylor. A sequoia-costeira, Sequoia sempervirens, é um colosso e, de acordo coma medição mais recente feita, em 2019, sua altura já está em 116,07 metros.
Claro que para ser tão grande, a árvore também tem que existir há tempos. Por isso, o estimado é que sua idade seja algo entre 600 e 800 anos e mesmo que esses números sejam grandes para nós, com relação à espécie dela, a Hyperion é relativamente jovem, já que pode passar dos dois mil anos.

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O motivo pelo qual ela ficou tão grande é graças às condições únicas do Parque Nacional de Redwood, como por exemplo, o sol rico e o nevoeiro costeiro que se forma no verão dando umidade para a árvore. Além disso, a casca da espécie é espessa, o que lhe dá uma proteção contra incêndios e também insetos.
Assim como praticamente tudo o que se destaca, a árvore mais alta do mundo também atiça a curiosidade humana e as pessoas querem vê-la de perto. Entretanto, o lugar exato da Hyperion é um segredo do Serviço Nacional de Parques (NPS) dos EUA justamente para protegê-la dos possíveis danos humanos.
Essa atitude é mais do que necessária porque, desde que a árvore foi descoberta ela já atraiu vários visitantes para o parque que, como não tem sua localização, andaram pelo local e já causaram uma grande degradação do ambiente. Por exemplo, o grande fluxo de pessoas destruiu a vegetação rasteira, compactou o solo e danificou as raízes superficiais da árvore. Além de lixos pelo caminho.
Agora, para preservar a árvore mais alta do mundo multas de até cinco mil dólares e seis meses de prisão foram impostas para tentar fazer com que as pessoas não saiam à sua procura e a espécie continue preservada.
Fonte Click petróleo e gás
Imagens: Olhar digital





