Cápsula do tempo enterrada pela princesa Diana em 1991 é aberta

Descoberta inesperada na fundação do hospital

Durante escavações em 2025 para a construção de um novo centro de tratamento de câncer no Great Ormond Street Hospital (GOSH), em Londres, foi aberta uma cápsula do tempo enterrada em 1991 por Diana, princesa de Gales. A caixa, revestida de chumbo, havia sido posicionada como parte da cerimônia de fundação do edifício Variety Club, inaugurado em 1994.

Conteúdo simbólico da época

Os itens foram escolhidos por duas crianças vencedoras de um concurso promovido pelo programa infantil britânico Blue Peter, com a colaboração da própria princesa. Ao serem revelados, trouxeram à tona um retrato dos anos 1990. Entre eles estão:

  • CD do álbum Rhythm of Love (1990), de Kylie Minogue
  • Televisor portátil (modelo de bolso)
  • Calculadora solar compacta
  • Holograma de floco de neve
  • Passaporte europeu
  • Recortes do jornal The Times do dia da sepultura
  • Moedas britânicas da época
  • Sementes de árvores de Kew Gardens
  • Fotografia de Diana
  • Folha de papel reciclado

Preservação e resgate emocional

A maioria dos objetos permaneceu bem conservada, apesar de sinais de umidade, segundo relatos de funcionários do hospital. O momento emociona tanto os colaboradores atuais quanto aqueles que participaram da fundação da cápsula há mais de três décadas.

Tradição real de legado

Essa ação de Diana ecoa um evento semelhante ocorrido em 1872, quando a princesa Alexandra também enterrou uma cápsula como parte da construção original do hospital. No entanto, essa versão anterior nunca foi encontrada.

Novos planos para o futuro

Em função da abertura antecipada, a equipe do GOSH anunciou que uma nova cápsula do tempo será preparada e enterrada durante a conclusão do novo centro pediátrico previsto para 2028.

Fonte: O Globo

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