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Ciência detecta que o Furacão Patrícia disparou um feixe de antimatéria para baixo da Terra

POR Diogo Quiareli    EM Natureza      29/05/18 às 19h37

Diversas coisas conseguem amedrontar a humanidade e talvez os desastres naturais estejam no topo da lista. Assassinatos ou doenças são fortes nesse assunto, mas as coisas que matam em massa quase que instantaneamente permanecem liderando os maiores medos. Um artigo publicado pelo Journal of Geophysical Research: Atmospheres pode aumentar ainda mais esse sentimento. O assunto merece atenção e foi isso que conseguiu de várias pessoas. Ele afirma que um raio gama terrestre brilhava dentro do olho do furacão Patrícia.

Para os leigos, isso quer dizer que um dos furacões mais fortes já registrados produziu um raio razoável. Pelo menos um desses flashes foi energético o suficiente para ser capaz de reproduzir um feixe de antimatéria. Isso atingiu o nosso planeta. Em 2015, quando o furacão causava estragos na costa oeste do México, os registros ainda estavam sendo definidos. Os cientistas queriam estudar o fenômeno mais de perto. No entanto, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica tem aviões projetados capaz de voar no coração dos furacões e sair ilesos.

Ao enviar um dos aviões no pico do furacão Patrícia, eles dirigiram para a parede do olho, uma circunferência que podemos encontrar nessas tempestades. Nesse ponto há ventos fortes e condições meteorológicas extremas. Um instrumento a bordo do avião chamado ADELE, projetado por engenheiros da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, captou 184 contagens de radiação ionizante rapidamente. Isso consiste em um relâmpago.

Com base nos sinais de rádio associado e comparando o espectro de energia dos raios gama com outras simulações, os estudiosos puderam concluir que o detector havia ocorrido em um feixe de pósitrons. Esses são os equivalentes da antimatéria aos elétrons. Eles possuem a mesma massa, no entanto, uma carga oposta. O ADELE conseguiu pegar um feixe de pósitrons para baixo, um componente de uma erupção de radiação.

Muitas pessoas se perguntam o quanto isso é perigoso para a humanidade. No entanto, você precisa estar bem perto deste feixe para correr algum perigo. Os cientistas afirmam ainda que essa não será a última vez que um feixe assim será detectado. Os estudos mais avançados explicam que "esse feixe de raio gama reverso penetra em altitudes baixas o suficiente para permitir a detecção baseada em terra de TGFs ascendentes típicos de observatórios de montanhas".

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Via   IFL Science  
Imagens Uol
Diogo Quiareli
Geminiano, 24 anos, goiano.
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