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O que existe dentro de um Nintendo Switch desmontado?

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Voltando alguns anos no tempo, em 2016, a Nintendo apresentou o Switch para o mundo e antes mesmo de seu lançamento, as expectativas já eram grandes. Hoje, quatro anos depois, o console está chegando oficialmente ao país e já possui uma vasta biblioteca de jogos, de erros e de acertos. Contudo, para além do que o videogame consegue oficialmente rodar, muitos se perguntam qual o real poder de processamento do videogame. Para responder essa questão, precisamos dar uma olhada dentro de um Nintendo Switch desmontado.

De fato, a tecnologia possui suas limitações. No entanto, recentemente, o console recebeu o game The Witcher 3, que aparece ao lado de grandes outros títulos. Com isso, fica mais difícil um pouco de entender os limites do console. Afinal, do que o videogame é tecnicamente capaz?

Peças e componentes gráficos que não são impressionantes

Desde sempre, a Nintendo é sinônimo de inovação e com o Switch não é diferente. Portanto, aqui, estamos falando de um console que é híbrido. Ou seja, pode ser jogado tanto na televisão como um portátil e levado para todos os lugares. Mas, quando analisamos por uma ótica bem generalizada, percebemos que o aparelho se torna um tablet com saída de vídeo e dois controles. Assim, o diferencial do videogame não está na inovação da tecnologia e sim, como ele a usa.

Ao abrir o console, percebemos que não nada de muito especial. Isso porque, o Switch usa o Tegra X1, um System on Chip (SoC) que foi desenvolvido em 2015 pela Nvidia e que era voltado para o Shiel, o setup-box da empresa. Além disso, enquanto CPU, temos uma arquitetura ARM com quatro núcleos A57 que rodam a 1900 MHz. Porém, dentro do sistema, esse número foi rebaixado para 1020 para conservar a bateria e controlar a temperatura do videogame. Para compensar isso, também existem quatro núcleos A53 que rodam originalmente a 1300 MHz e só são ativados quando há muita carga de processamento.

 Tudo isso foi feito com a tecnologia de 2017

Originalmente, o chip gráfico funcionaria com uma arquitetura Maxwell com 256 núcleos rodando a 1000 MHz. No entanto, esse número foi diminuído para 768 MHz quando conectado à TV e para 460 MHz quando usado como portátil. Tudo isso é aliado a 4GB de memória RAM DDR4 de baixo consumo energético. Assim, isso roda a 1600 MHz na TV e 1331 MHz como portátil.

De forma resumida, o console é capaz de muita coisa, mas com limitações evidentes. Mesmo com jogos relativamente simples, o Switch parece apresentar dificuldades na execução de algumas funções. Assim, comparando com versões de outros consoles, podemos perceber que há menos inimigos e “menos cenário” dentro dos jogos. Tudo porque é necessário “cortar” algumas coisas para que elas encaixem dentro do Switch. Em outras palavras, isso faz com que jogos como Doom Eternal e Wolfenstein 2 rodem a 60 fps sem maiores percas na jogabilidade. Porém, isso não vale para todos os casos, Mortal Kombat 11, por exemplo, não teve a mesma sorte.

No futuro, possíveis mudanças podem vir e há boatos de uma versão atualizada do Nintendo Switch. De toda forma, só nos resta esperar. Até porque, como as vendas estão indo bem, é de se esperar que a Nintendo não lance um console completamente novo.

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