
Você já deve ter visto Elon Musk com esse título por aí. Mas na manhã de quarta-feira, 10 de setembro de 2025, um nome novo subiu ao topo: Larry Ellison, cofundador e diretor de tecnologia da Oracle. Tudo após uma explosão no valor das ações da empresa, mais de 36% de alta em minutos, o que fez sua fortuna saltar cerca de US$ 100 bilhões. Resultado: Ellison assumiu temporariamente o topo do ranking dos mais ricos do mundo.
A razão foi um relatório financeiro da Oracle com estimativas de crescimento robusto para o setor de nuvem e inteligência artificial. Com contratos importantes fechados com clientes como OpenAI, Meta e até com xAI (ligada a Musk), o mercado reagiu com otimismo.
Na mesma quarta-feira, Bloomberg indicou que Musk retomou o título, tudo porque as ações da Oracle recuaram um pouco ao cair da tarde. A diferença entre os dois bilionários passou a ser de apenas US$ 1 bilhão: Musk com cerca de US$ 384,2 bilhões e Ellison com US$ 383,2 bilhões.
Essa reviravolta rápida mostra como a fortuna de bilionários ligados a tecnologia pode flutuar conforme o valor das ações. Musk, por exemplo, depende em grande parte das ações da Tesla, que já caíram 14% este ano diante de queda nas vendas na Europa e tensões políticas.
Desde 2021, Musk liderou a lista dos mais ricos, sendo o primeiro a ultrapassar US$ 400 bilhões. Mesmo assim, sua posição é instável, sujeita às oscilações do mercado financeiro, especialmente no setor automotivo e de inteligência artificial.
Além do interesse em rankings, isso mostra o poder da inteligência artificial sobre os mercados. A saúde financeira de grandes nomes depende de desempenho das empresas, contratos fechados e expectativas futuras. Tudo isso impacta diretamente na percepção global de riqueza.
Fonte: Aventuras na História






