Encontrada serpente marinha bizarra que pode prever terremotos

POR A redação    EM Natureza      10/09/15 às 16h29

Esta "serpente marinha" foi encontrada em uma praia antes de desaparecer misteriosamente, em Otago, na Ilha Sul da Nova Zelândia. Acredita-se que ele seja capaz de prever terremotos, e que tenha dado origem às lendas das serpentes marinhas orientais. Chamado de peixe-remo (oarfish, em inglês), o peixe, que normalmente vive nas regiões mais profundas do oceano, pode chegar a oito metros de comprimento e são conhecidos por morder suas próprias caudas.

O peixe da fotografia foi encontrado por um especialista em vida selvagem, que ficou atordoado ao encontrá-lo. David Agnew, do Departamento de Conservação local, disse: "O peixe-remo estava muito fresco. Ele tinha acabado de sair na maré da noite. Era uma criatura muito estranha de se olhar. Eu nunca vi nada parecido em 20 anos aqui". Segundo ele, o peixe não tem escamas como os outros, e sim uma pele lisa, bem parecida com papel alumínio, que saí ao toque.

Oarfish

O Centro de Estudos Marinhos da Nova Zelândia explicou, por meio de sua conta no Facebook, que os peixes-remos saudáveis são conhecidos por nadar até as praias e podem ser encontrados perto da superfície. Isso pode ter originado várias lendas sobre serpentes marinhas mitológicas. "Espécimes maiores que 1,5 metros são conhecidos por encurtar o seu comprimento pelo hábito constante de morder o rabo ."

Misteriosamente, a criatura desapareceu no dia seguinte. Não se sabe se a maré puxou a criatura de volta ou se ela foi levada por alguém. Por garantia, os oficiais recomendam que não se deve comer o peixe, uma vez que não se sabe como ele morreu, além de o gosto da criatura ser incerto. Não parece ser muito bom.

Segundo a mitologia japonesa, o fato de um peixe-remo chegar à superfície é um sinal de terremoto iminente. A crença é bastante antiga, e se tornou ainda mais forte em 2011, quando 20 peixes foram encontrados encalhados antes do grande terremoto que abalou o país. Para os cientistas , no entanto, não há qualquer ligação entre o aumento da atividade tectônica e a morte dos dois peixes-remos.

Fonte: Journal Online

A redação
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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