Energia pode ficar ainda mais cara no Brasil em dezembro

Avatar for Bruno DiasBruno DiasCuriosidadesoutubro 11, 2024

Com a poluição, contaminação e adulteração que o homem fez no planeta ao longo dos anos, a qualidade de vida que temos no mundo foi mudando. E um fator pode ser mais afetado ainda se o ritmo continuar, é o fornecimento de energia e a forma como a conseguimos. Tanto que, por conta da seca, nosso país se viu em um desafio energético. E, por conta disso, a energia pode ficar mais cara no Brasil.

Por conta da falta de chuvas, especialmente na região Norte, a capacidade das usinas hidrelétricas de fornecerem potência para o sistema elétrico foi afetada. Como consequência, as termelétricas começaram a ser acionadas, o que acabou aumentando o custo da energia para as pessoas. E mesmo assim isso parece que não é o suficiente.

Tanto que, de acordo com o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), foi recomendado que mais usinas termelétricas sejam acionadas até dezembro. Fazendo isso, o abastecimento de energia nos horários de maior consumo seria garantido.

Energia mais cara no Brasil

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Além disso, também foi sugerido que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) faça a mobilização de outros recursos para que esse aumento de demanda seja atendido. Dentre as opções está a importação de energia de países vizinhos e a flexibilização de regras operativas.

Claro que a energia ficar ainda mais cara no Brasil não é uma das melhores coisas. Felizmente, o cenário pode ser amenizado por conta das chuvas que virão nos próximos meses. De acordo com os meteorologistas, é previsto que aconteça uma intensificação de forma gradual nas precipitações na região Sudeste nas próximas semanas, principalmente a partir do começo de novembro.

De acordo com o ONS, nos últimos dias aconteceu um aumento no volume de chuvas, mas isso ainda não teve nenhum reflexo nos reservatórios das hidrelétricas. A expectativa para o mês de outubro é que a energia natural afluente (ENA) continue abaixo da média histórica em todos os subsistemas do Brasil. E, no pior cenário, ela deve chegar no menor valor de um histórico de 94 anos.

Conforme o CMSE, o nível de armazenamento do Sistema Interligado Nacional (SIN) no fim de setembro era 49%, o que foi tido como satisfatório para o final da seca em boa parte do território brasileiro.

Fonte: Olhar digital

Imagens: Olhar digital

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