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Esses banhistas ficaram horrorizados com o que aconteceu, mas no final deu tudo certo

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Imagine essa cenário: você está de férias na praia, mais precisamente no estado da Flórida, nos Estados Unidos. O sol brilha, o mar azul ao longe é um convite maravilhoso, mas você prefere ficar da areia apreciando a vista. De repente o tempo vira, fica fechado. Você percebe uma movimentação estranha na água. Um aglomerado de pessoas estão juntas, uma ao lado da outra e parecem assustadas. Qual seria a primeira coisa que passaria pela sua mente?

Provavelmente um tubarão, certo? Pois foi exatamente isso que aconteceu na cidade de Panamá Beach, na Flórida. Um aglomerado de pessoas se debatiam na água e quem estava da areia não conseguia entender o que estava acontecendo.

“No começo eu pensei que era um tubarão na água, então eu gritei para o meu filho sair de lá e nadar até a praia”, explica Beckton, uma das testemunhas do evento, para a rede CNN.

Roberta Ursey e sua família tinham ido á praia no sábado. Tudo estava bem até que ela percebeu que não conseguia mais ver seus filhos da praia. Ela se aproximou um pouco do mar e conseguiu ouvir os gritos de seus dois filhos, um de 8 e outro de 11, que choravam de um ponto longe o suficiente para afogá-los. A mãe e a família correram em direção às ondas agitadas para salvar as crianças, mas os adultos, inacreditavelmente também foram pegos pela corrente marítima que estava muito forte naquele dia.

A imagem impressiona. Não se trata exatamente de um aglomerado desorganizado de pessoas fugindo de um tubarão. A fila indiana de pessoas sugere uma corrente humana. E foi exatamente isso que aconteceu. As duas crianças estavam se afogando e as pessoas começaram a dar as mãos uma as outras até alcançarem os dois garotos, além de Roberta e a família, que aquela altura também não conseguiam sair da água.

Nove pessoas ficaram presas na corrente. Todas eles levantaram as mãos para o alto e começaram a gritar por socorro. A atitude foi copiada por outras pessoas, que começaram a dar as mãos, e aumentar a corrente. No fim, entre 70 e 80 estranhos estavam de mãos dadas, correndo o risco de também se afogarem.

“Aquelas ondas estavam tão pesadas e grandes e fortes”, lembra Beckton, que presenciou a cena do lado de fora.

Os primeiros a serem resgatados foram as duas crianças. Em seguida, Roberta e os familiares que estavam há mais tempo na água. Felizmente ninguém se feriu e todos se salvaram.

“Como uma mãe, eu supostamente deveria estar apta para protegê-los e fazer qualquer coisa, e eu não pude fazer isso hoje,” diz  Roberta, emocionada. “Eu preciso de ajuda, do qual eu serei eternamente grata”.

É preciso ressaltar que as pessoas que quiseram ajudar também correram risco de vida e que a tragédia poderia ter sido maior do que o previsto. É comum que pessoas também se afoguem quando tentam salvar outras pessoas de afogamentos. Felizmente esse não foi o caso. E o emocionante é perceber que, mesmo sem se conhecerem, as pessoas se deram as mãos por um motivo nobre: a vida de duas crianças.

Se você quiser ver mais detalhes dessa história acompanhado das imagens reais, há uma reportagem (em inglês) onde você pode assistir à cena. Confira:

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