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Homem tinha chave alojada no cérebro e mesmo assim conseguiu sobreviver

POR Isabela Ferreira    EM Ciência e Tecnologia      25/04/18 às 17h28

As vezes somos submetidos a situações completamente inacreditáveis, não acha? Um jovem indiano conseguiu sobreviver a um acontecimento praticamente surreal. De acordo com as informações divulgadas pela imprensa do país, ele teve uma chave de moto cravada em seu crânio, a cerca de 5 centímetros de profundidade. E apenas para que você tenha ideia, após exames, médicos detectaram que cerca de 3,8 centímetros estavam perfurando o cérebro do rapaz.

O jovem tem apenas 19 anos, que não foi identificado, foi levado às pressas ao hospital. Seu estado de saúde era gravíssimo e a operação para a retirada da chave não durou menos que 3 horas e meia. O Dr. Shailendra Uttamro Markad, neurocirurgião responsável pelo caso, afirmou que nunca tinha visto algo parecido em toda sua vida. O rapaz poderia ter morrido se tivesse sofrido uma hemorragia interna.

Segundo o médico: "No dia 18 de abril, ele foi levado ao meu ambulatório por volta das 3:30 da tarde e depois de ver o relatório do exame, começamos a cirurgia por volta das 18h30 do mesmo dia".

Como tudo aconteceu?

Mas a pergunta que fica é: Por que o homem tinha uma chave cravada em seu cérebro? Bem, acontece que mais cedo ele havia se envolvido em uma briga. Natural do distrito de Ahmednagar, na Índia, ele se desentendeu com outro rapaz. No meio de toda a confusão, o outro jovem o "esfaqueou" na cabeça com a chave. Assim que chegou aos cuidados do Dr. Markad, sua equipe realizou uma varredura na situação do paciente.

"Felizmente, ele não sofreu uma hemorragia interna e não houve danos no cérebro. Se isso tivesse acontecido, poderia ter custado a vida dele", afirmou o Dr. Ashish Bhandari, administrador do hospital para qual o jovem foi encaminhado. O homem passou por uma craniotomia - abertura cirúrgica do crânio - onde seu cérebro pôde ser acessado para facilitar a remoção da chave. Pela cena que todos viram, não parecia que ele teria escapatória. No entanto, apenas três dias após a cirurgia ele recebeu alta, e apresentava bons sinais de recuperação.

De acordo com o Dr. Justin Thomas, do Hospital Southside de Northwell Health, e que não esteve presente no acompanhamento do caso, é sim possível sobreviver a lesões que penetram o cérebro... Tudo depende da região em que ele é afetado. Segundo o doutor, lesões que não afetam o seio sagital superior podem ser mais fáceis de curar. Isso porque tal região é um dos maiores canais de veia que temos, e quando afetado, possivelmente pode levar o indivíduo à morte. Como este não foi o caso jovem, felizmente ele pôde se livrar dessa.

E então pessoal, o que acharam? Compartilhem suas ideias com a gente aí pelos comentários!

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Via   Fox News     Live Sciencce  
Isabela Ferreira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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