
A Fatos Desconhecidos já fez uma matéria com as 7 coisas bizarras que o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, já fez. Mas vocês já pararam para pensado no que aconteceria se ele morresse, seja de assassinato ou qualquer coisa do tipo? Não é de hoje que o ditador vem “causando”, principalmente com os seus rivais e possíveis sucessores.
Bom, é claro que não podemos dar uma resposta exata, mas podemos fazer algumas especulações sobre o que aconteceria caso o ditador morresse. O irmão mais do ditador foi morto na Malásia em um ataque químico. Já o seu tio, Jang Song-thaek foi executado por metralhadoras em 2013. Mas e aí, Fatos Desconhecidos, existe alguma resposta para essa terrível pergunta?
Sem nenhum sucessor óbvio, um vácuo de liderança faria com que a Coréia do Norte entrasse em colapso. Com base em opiniões s de alguns especialistas nós vamos dar algumas respostas para vocês. Andy Jackson, da Nomash University, disse o seguinte: “Eu não sei quem assumiria o controle, mas não seria o fim da dinastia Kim, eles teriam mais alguém. A legitimidade do governo norte-coreano está totalmente centrada em torno da dinastia Kim.”
Essa história começou com o herói de guerra Kim il-Sung, passou para seu filho Kim Jong-il, depois para o atual líder Kim Jong-un. O culto a personaliodade em torno dos “Kims” é imcomparável na história moderna. Os norte-coreanos acreditam que o caro líder tem qualidades quase divinas. O problema é que pouco se sabia sobre Kim Jong-un antes da morte do seu pai. Um plano de sucessão não era conhecido publicamente até que ele tomasse o poder.
Isso nos dá a ideia de que, provavelmente, a vaga seria preenchida por outro membro da família Kim, mesmo que ele servisse como uma espécie de fantoche. Bates Gill, um especialista em política externa chinesa e ex-diretor do Instituto Internacional de Pesquisa de Paz de Estocolmo, pensa o seguinte: “Suponho que, na prática, você poderia imaginar que uma junta de generais iria tomar o poder de alguma forma.”
Apesar de todo mundo ter em mente massas de cidadãos que derrubam seus tiranos, a mudança de um regime geralmente acontece a partir dos círculos de poderes internos. “Você precisa de grupos de elites descontentes que estão prontos para compartilhar com as pessoas”, diz jackson.
Mas será que existem elites dispostas a arriscar a derrocada da dinastia Kim para provocar mudanças no regime? Caso o ditador morra, o governo norte-coreano iria entrar em colapso. Talvez a Coreia do Sul assumiria o controle, unificando o país após meio século de separação.
O professor Hazel Smith, da Universidade de Londres, viveu muitos anos na Coreia do Norte. Ele afirma que não pode dizer se os norte-coreanos tem algum apetite pela mudança de regime. Para ele, “existem 25 milhões de pessoas que vivem na Coreia do Norte, é uma sociedade grande e completa, e não é possível dizer o que cada indivíduo quer, mas as pessoas tem as mesmas ambições que qualquer outra pessoa, ter um bom trabalho, um padrão de vida melhor e um futuro melhor para seus filhos.
Ainda na opinião do professor Smith, as pessoas não querem guerra, se é o que significa uma mudança de regime. Elas querem um governo melhor, mas isso também não quer dizer que as pessoas querem ser governadas pela Coreia do Sul.
Bom, o que podemos concluir é que se o ditador Kim Jong-un morrer, provavelmente alguém da sua família iria tomar o poder para continuar a linhagem. Mas caso os cidadãos quisessem uma mudança no regime do país, provavelmente haveriam conflitos internos. Mas e você, acha que seria uma boa ideia a Coreia do norte ser governada pela Coreia do Sul? Não esqueça de deixar o seu comentário.






