
Viver imerso em música o tempo todo pode soar como um cenário dos sonhos. Mas, a ciência mostra que essa experiência pode trazer benefícios emocionantes, e alguns alertas importantes para o nosso cérebro e corpo.

Ouvir música estimula a liberação de neurotransmissores como dopamina, serotonina e endorfina, garantindo prazer, bem-estar e até alívio da dor.
A música ativa múltiplas regiões cerebrais, incluindo o córtex auditivo, hipocampo, amígdala e córtex pré-frontal, isso colabora para a memória, atenção e raciocínio criativo. Além disso, tocar ou aprender música fortalece conexões neurais, sendo especialmente benéfico na terceira idade.
Músicas altas com ritmos suaves ativam o sistema nervoso parassimpático, diminuindo o hormônio do estresse (cortisol), relaxando o corpo e induzindo estados de tranquilidade.
Portanto, isso melhora o sono, especialmente quando usada como parte de uma rotina noturna.
Para pessoas com alto nível de empatia, a música pode despertar áreas cerebrais associadas à interação social, proporcionando maior prazer e uma sensação de conexão humana.
Ouvir música em grupo também sincroniza nossos cérebros e ritmos, criando a famosa “energia contagiante” que sentimos nos shows.
Em primeiro lugar, a musicoterapia tem demonstrado efeitos surpreendentes na reabilitação de pacientes com AVC, Alzheimer, depressão e dor crônica.
Além disso, a música estimula funções cognitivas, motoras e emocionais, muitas vezes com base em músicas familiares que evocam lembranças positivas.
Ouvir a mesma música repetidamente pode criar um “earworm”, uma melodia que gruda na mente e ativa o hipocampo, evocando emoções e memórias marcantes,
Mas cuidado: exposição contínua a volumes elevados (como em fones de ouvido, shows altos) pode grar fadiga auditiva, zumbido e até perda de audição.
E você, costuma escutar música 24 horas por dia?
Fonte: Correio Braziliense






